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Comunicar é decidir...rápido e bem

Comunicar é decidir… rápido e bem

  •  O imediato dita a regra e a comunicação energiza as decisões
  •  Potenciar a convivência entre a geração Baby boomer e a geração Millenio
  •  É necessário “caçar a alma” do interlocutor

Nos tempos que correm exige-se rapidez de decisão; fazer mais e melhor com menos, planeamento flexível, com perspetivas de curto, médio e longo prazo, mas em que o imediato dita a regra.

Porque a comunicação é a energia necessária para fazer fluir as decisões, puxar pela criatividade das equipas, alinhar objetivos e ajustar cada plano ao contexto do momento, há que delegar e, mais do que mandar, é preciso saber orientar, rentabilizando talentos individuais, promovendo consensos de grupo, valorizando a experiência de quem está no terreno ou a salutar ambição de quem não se acomoda. Mas tudo isso só se consegue procurando complementaridade e, ao nível das empresas do presente, a chave pode estar na convivência sinérgica entre a “Geração Baby boomer” (composta por indivíduos que nasceram entre 1946 e 1964), que hoje domina sobretudo os lugares de decisão, e o fulgor e juventude da “Geração Y” (nascidos entre 1980 e 1994), envolvendo-a em cada projeto, responsabilizando-a pela partilha do sucesso, pois só assim é possível explorar o potencial de criatividade que os vai impulsionar a entregarem-se a cada ideia e a cada projeto, de corpo e alma, fazendo nascer uma nova geração de empreendedores.

O pai, o amigo, a audiência, o ouvinte, o telespectador, o cliente, o colaborador, o jornalista… todos são públicos e exigem mensagens diferentes, no conteúdo, na forma e no tempo certo, mas qualquer um só retribui convenientemente se houver empatia. Esta necessidade de conhecimento do interlocutor, especialmente do “eu social”, esta capacidade de se colocar no lugar do outro, para como ele sentir, exige que o emissor se apresente como uma espécie de “caçador de almas”, apropriando-se das emoções, dos sentidos e do querer do recetor. Só com esta capacidade desenvolvida, a que hoje se chama “Coaching”, mas há muito se evidência (em poucos, talvez?!), é que se pode praticar uma gestão orientada para a missão, por objetivos SMARRTT  - “Specific”, específicos; “Measurable”, mensuráveis; “Achievable”, realizáveis; “Realistics”, realistas; “Relevant”, relevantes; “Targeted”, “segmentados; e “Timed”, cronometráveis (PICKTON E BRODERICK, 1999) - caso queiramos transformar a nossa audiência em clientes, quer estes sejam internos, quer externos, pois todos são importantes no processo de decisão.

Referências:

PICKTON, D., BRODERICK, A. (1999) Integrated Marketing Communications. Pearson Education Limited, England

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