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Copywriting: Mas afinal, o que faz exactamente um copywriting?

No artigo anterior "CopyWriting: O que é? Para que serve?" tentei explicar o que era e qual a utilidade do copywriting, qual o papel do copywriter -- o profissional que escreve o texto, que é denominado de copy -- no entanto sei perfeitamente que existe uma certa confusão em relação a  esses conceitos, e por essa razão irei tentar explicar o que faz exactamente um copywriter -- e não é escrita criativa. Mas antes de descrever o que faz exactamente um copywiter, deixo aqui um vídeo que demonstra perfeitamente o poder do copywriting (sendo que não existe copywriting, sem que exista um copywriter).

 

É claro que no vídeo acima:

  1. o cego seria a sua empresa;
  2. o letreiro do cego seriam os seus anúncios e marketing;
  3. o homem que reescreveu o letreiro é o copywriter;
  4. as moedas/notas serão as vendas da sua empresa

Na verdade, e caso tenha visto o vídeo (e espero quesim)  quase que não era necessário descrever quais são as funções de um copywriter, pois considero que o vídeo explicam-nas, e muito bem :) no entanto esta é a lista de possíveis trabalhos de um copywriter: Escreve(*) copy para publicidade e marketing:Todas as organizações, quer sejam privadas ou públicas com ou sem fins lucrativos, necessitam de uma grande variedade de materiais de marketing e publicidade quer offline ou online, tais como:

  • anúncios
  • brochuras
  • catálogos
  • panfletos
  • literatura dos serviços/produtos
  • material para eventos
  • cartões
  • direct mail
  • sales letters

Dentro da subcategoria online temos:

  • email marketing
  • websites
  • online sales pages
  • mensagens auto-responder
  • banner ads
  • páginas wiki
  • social media
  • scripts para vídeo e podcast

Sendo que, em online, é uma mais-valia, senão mesmo imprescindível, que o copywriter tenha conhecimento de SEO (Search Engine Optimization) Escreve(*) copy para relações públicas:Nesta categoria encontra-se toda a comunicação de relações públicas dirigida aos colaboradores, clientes, público em geral, e inclui:

  • artigos
  • novidades
  • press kits
  • comunicados de imprensa

Escreve(*) copy para material colateral:Aqui estão incluídos os itens que não se encontram nas outras categorias -- mas que são igualmente importantes para a maioria das organizações, e que infelizmente na maioria dos casos são de fraca qualidade, pois a maioria das organizações não dá a devida importância porque não possuem a visão que, por exemplo, um relatório anual é um veículo que pode atrair mais clientes e/ou investidores! Aqui estão incluídos os seguintes tipos de materiais:

  • relatórios anuais
  • relatórios de contas
  • cartas comerciais
  • newsletters
  • case studies
  • booklets
  • planos de negócio

Escreve(*) copy para material mais técnico:Os copywriters que têm formação em áreas consideradas mais técnicas, tais como engenharia, informática, ciências estão habilitados para escrever sobre temas complexos e que têm de ser convertidos em linguagem simples e clara, tais como:

  • data sheets
  • sales sheets
  • relatórios
  • white papers
  • manuais de utilização e formação

Escreve(*) copy para discursos:A maioria dos profissionais, em especial os executivos e políticos, mais tarde ou mais cedo, são convidados a fazer apresentações e falar em público, quer seja em jantares, reuniões ou eventos, e quer seja a nível local, regional ou internacional, no entanto nem todos sabem escrever um discurso que possua todas as seguintes características:

  • comunicar
  • motivar
  • persuadir
  • vender

e por isso necessitam da ajuda de um copywriter para escrever os seus discursos Escreve(*) copy para audiovisual:Aqui estão incluídos os scripts para:

  • anúncios para rádio
  • anúncios para televisão

 

É claro que esta lista de categorias poderia ser mais extensa, mas já é mais do que suficiente para dar uma ideia do que faz exactamente um copywriter. Devem ter reparado que mencionei sempre que o copywiterEscreve(*)pois a função principal do copywiter é de facto escrever as palavras que vemos e ouvimos em qualquer das categorias descritas acima -- o copy. Mas a maioria, senão mesmo todos, os itens descritos nas categorias acima, possuem muito mais do que palavras, têm também imagens, sons, uma excelente apresentação gráfica -- que são elementos importantíssimos -- e que por norma não são da competência do copywriter, mas sim de profissionais especializados que devem trabalhar em equipa com o copywriter.

Voltando à principal função do copywriter, que é escrever copy, e para quem não é copywriter, como é que imaginam o dia a dia de um copywriter? Será que um copywriter passa o dia a escrever que nem um "maluco"?

Se pensam que é assim, então abram o vosso processador de texto, ou uma folha em branco, e comecem a escrever sobre qualquer assunto. É bem provável que fique a olhar para a página em branco, e não saiba como começar! Isso chama-se o "sindroma da página branca", e que de vez em quando "ataca" alguns/muitos copywrirters. No próximo artigo, irei escrever sobre o processo que os copywriters devem seguir para exercer as suas funções de escrever copy, pois não é suficiente, nem tão pouco recomendável, simplesmente sentar-se e começar a escrever. Aliás, terão a oportunidade de verificar, nesse próximo artigo, que antes da escrita da primeira letra, existem uma série de passos que têm de ser executados, de modo a que o copywriter não sofra do "sindroma da página branca", e simultâneamente cumpra o objectivo do copy, ou seja o objectivo do trabalho do copywriter não é escrever para entreter, mas sim escrever para vender, e para isso terá de escrever de modo a:

  1. chamar a atenção
  2. comunicar
  3. persuadir
Maria Spinola

Engenheira de Software das Palavras.

Ajuda profissionais de Marketing a criar conteúdos eficazes- inspiram a audiência a clicar, ler, converter, partilhar e comprar.

 


Maria Spínola ajuda profissionais de Marketing a criar conteúdos eficazes --inspiram a audiência a clicar, ler, converter, partilhar e comprar.

À partida, o seu percurso académico e profissional poderá parecer estranho, mas é devido a eles que é “Engenheira de Software das Palavras”:

  • De 1988 a 1990 frequentou a Licenciatura em Psicologia (ou Engenharia Humana). O conhecimento do comportamento humano é essencial para escrever conteúdos persuasivos e emocionais que incentivam a ação.
  • Em 1991 descobriu o mundo das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). Tirou um curso profissional e trabalhou durante mais de 18 anos em grandes empresas TIC. Em 1998 licenciou-se em Engenharia Informática. O conhecimento lógico e estruturado é essencial para escrever conteúdos que seguem uma ordem e estruturas que maximizam o resultado final pretendido. Nesses 18 anos, adquiriu bastante conhecimento e experiência sobre o ciclo de compras/vendas complexas empresariais – essencial para produzir conteúdos apelativos e adequados a cada uma das fases do ciclo de compra do cliente mapeados ao ciclo de venda empresarial.
  • Quando, em 2005, descobriu o Copywriting soube, imediatamente, que teria de juntar os dois universos (Engenharia Humana e Engenharia Informática) para ajudar as empresas a produzir conteúdos persuasivos e emocionais (incentivam a ação) e simultaneamente lógicos (justificam a ação).

Também possui uma pós-graduação em Marketing e Inovação para o Retalho e Distribuição. É uma profissional certificada em Inbound Marketing e em Marketing Writing.

Escreveu vários White Papers, com destaque para o "Content Marketing Mapping: O Que Necessita Saber Para Criar Conteúdos Que Vendem (B2B)".

Exerce a atividade de consultora e formadora nas áreas de Marketig Copywriting, Web Copywriting, B2B (e Social Meda) Content Marketing. É responsável, e docente, pelo módulo Web Copywriting na Pós-graduação de Marketing Digital no IPAM Lisboa.

 

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Sítio: www.mariaspinola.com

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