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QR Codes - Será que é desta que a moda pega?

Há muito que ouvimos falar dos Quick Response Code mais vulgarmente conhecidos por QR Codes. Durante anos, marketeers apostaram neste formato sem sucesso. Porquê? A maioria das vezes o consumidor olhava para aquele “quadrado” estranho sem saber o que ele era, o que este queria dizer ou o era suposto fazer com o mesmo.

Passados anos de tentativas “frustradas”, esta realidade está a ser alterada talvez em parte graças à massificação dos smartphones e Tablets PC. Hoje, vemos Códigos QR para onde quer que olhemos. Em produtos, anúncios, revistas, em todo o lado. A diferença em relação ao passado (não muito distante), é que finalmente vemos consumidores a apontarem o seu smartphone ou tablet para aquele outrora “quadrado” estranho e desconhecido na tentativa de descobrirem a informação que está lá contida. Seja a informação sob forma de endereço para determinado ficheiro onde o consumidor poderá fazer determinado download, ligação para determinado website ou campanha, cupão de desconto ou de qualquer outra forma de inúmeras possibilidades que os QR Codes atualmente nos proporcionam.

Os smartphones e Tablets PC vieram para ficar. Assim como o acesso às redes 3G ou mais recentemente às redes 4G. O acesso à internet através da plataforma mobile cresce de ano para ano a uma velocidade alucinante. Se aliarmos este crescimento ao crescimento do uso dos QR Codes e das possibilidades ilimitadas que este nos proporciona faz com que esta forma de comunicação se torne apetecível para a incluirmos em futuras campanhas de marketing.

Algumas dicas:

 O QR Code não tem de ser igual e chato como todos os outros que vemos. Crie QR Codes diferentes, em formatos diferentes e personalizados para captar a atenção do consumidor.

 Um dos grandes erros em campanhas com QR Codes é o facto do website para onde este nos encaminha não estar idealizada para a plataforma mobile. O website pode tornar-se lento e de difícil leitura fazendo com que o consumidor perca o interesse em explorar o mesmo.

 Não parta do princípio que todos saberão o que o que fazer com o QR Code. Apesar de os QR Codes estarem a crescer, 2/3 das pessoas ainda não sabe o que este significa. Se possível, faça um descritivo de como o usar ou insira um endereço onde o consumidor poderá tirar as todas as suas dúvidas sobre este tipo de código.

 Ok. Mesmo assim consumidor não sabe como o usar? Não faz mal. Não o faça sentir-se “menos inteligente” que os outros. Disponibilize o endereço do seu website, da campanha ou do do ficheiro para download do lado de fora do QR Code.

 Teste o código vezes e vezes sem conta. Um simples erro não será visível quando a campanha estiver no “papel” mas poderá ter resultados catastróficos caso este exista.

 Se a campanha for feita localmente, tenha em atenção se existe cobertura 3G ou Wi-Fi. Não vai querer usar um QR Code que não poderá ser usado devido a limitações como estas, pois não?

Nota: Os mais interessados poderão consultar este infográfico publicado no Marshable sobre o poder e crescimento do mobile marketing.

 

Bruno Futre

Licenciado em Gestão de Marketing pelo Instituto Português de Administração (IPAM) de Lisboa.


Apaixonado pela área onde trabalha, procura constantemente novos conhecimentos, competências e desafios. Gestor de marketing numa empresa ligada ao ramo da saúde.

Consultor de marketing e marketing digital em regime de freelancer.

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