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Impedir acesso a medias sociais nas empresas, why?

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Hoje venho partilhar convosco a minha opinião sobre um assunto que tem preocupado muitas empresas, que corresponde à utilização das redes sociais em horário de trabalho.

Muitas empresas, têm decidido cortar o mal pela raiz, bloqueado o acesso aos diversos medias sociais. No meu ponto de vista, esta situação levanta dois inconvenientes imediatos para a empresa; 1º consiste na procura de soluções por parte dos funcionários que acedem através do telemóvel ou pesquisam formas de desbloquear conteúdo. Correm o risco de entrar num ambiente de "caça ao rato". 2º desmotivação que será, cada vez mais, uma problemática, tendo em conta as gerações que entrarão para o mercado, As gerações são envolvidas por épocas, marcadores temporais e valores. A geração “Y “é marcada pela época da “conectividade”.

Para que se tenha noção, há bebés que já nascem com perfis criados em redes sociais em que os pais mantêm o perfil como que um “diário” do bebé. Esta realidade pode vir a ser um grande problema para as empresas que não se adaptem. É essencial perceber as pessoas e tentar antecipar algumas tendências, tomando medidas em prol dos colaboradores e dos progressos da empresa. Obviamente que ninguém está aqui a apelar às empresas que tolerem que os seus colaboradores, indisciplinados, cheios de trabalho andem a jogar no Facebook, a trocar ideias no Twitter, ou a ver vídeos no Youtube. Quando levantamos a necessidade de adaptação por parte das empresas, é numa perspectiva de incentivar à(re)configuração organizacional que visa disciplinar os colaboradores relativamente ao uso destes medias. Muitos jovens profissionais, já dão privilégio à mensagem instantânea face ao e-mail e, a sua utilidade começa a ser inquestionável. Vejamos um exemplo claro. Se eu tenho o meu cliente/colega/fornecedor na minha rede de contactos online (permitindo o contacto via mensagem instantânea), mesmo que ele tenha o meu e-mail, qual a forma mais eficaz para interagirmos?

O E-mail, para muita gente e essencialmente para os jovens, começa a ser uma solução “passada” e pouco eficaz. Este é um assunto delicado e cada caso é um caso, mas como finalidade deste artigo, gostava de deixar claro que não são as redes que tiram produtividade. São as pessoas que fazem uma má utilização das redes, muitas vezes por falta de disciplina organizacional. Cortar o mal pela raiz, bloqueando os acessos, é a medida mais fácil, mas seguramente a menos eficaz para o médio prazo. Para que possamos estar conectados ao mundo, temos que nos auto-disciplinar e definir prioridades (como em tudo na vida) e cabe às empresas, fornecerem as “bases” para essa auto-disciplina nos seus colaboradores. O uso dos media sociais e da internet em geral, deve estar disponível em todas as empresas e para todos os colaboradores, desde que o seu uso seja consciente, racional e produtivo. Será certamente um desafio inicial, mas se a empresa “se defender”, com códigos de conduta e adquirir competências, para disciplinar os seus colaboradores para esta nova realidade, ninguém ficará desmotivado e a produtividade pode mesmo vir a aumentar. Quem é que nunca teve um momento no trabalho em que a produtividade é quase nula, em que mais vale ir “arejar” um bocado e depois voltar? Os media sociais podem ser a solução para este “arejar”, e para as pessoas regressarem ao trabalho com outra postura e determinação. Desta forma, as empresas conseguem ter também um maior controlo relativamente à actividade dos seus colaboradores (monitorização). Em vez de estarem contra a sua utilização, devem estar ao lado dela. Neste processo de adaptação é indispensável que a empresa deixer claro que existem regras e normas a seguir e quem não as cumprir terá que assumir as devidas consequências. 

Já são mais de 4.500.000 utilizadores de Internet, de diversas idades, dos quais, segundo a Marktest - um mínimo de 2289 mil utilizadores únicos e um máximo de 2534 mil utilizadores únicos acederam a redes sociais a partir de suas casas no primeiro semestre do ano. . É um número demasiado elevado para continuar a ser desprezado. Um mau profissional, será sempre um mau profissional,  independentemente das formas de distracção que tiver à disposição. Para ver estudo sobre Comportamento dos internautas portugueses (Redes Sociais) clique AQUI

Empreendedorismo e criação de empresas na sociedade actual

Como referi no artigo Empreendedorismo? porquê? Para quê?, Vivemos o “tempo certo” para as micro e PME´s, pois estas são, pela sua estrutura, dimensão, flexibilidade e dinamismo, assim como, pela assumpção de risco por parte dos seus responsáveis, geradoras de inovação.

Agora que já desenvolvemos a nossa veia empreendedora ou, como ouvi muito recentemente, que resolvemos “pular a cerca”, já temos uma ideia, ou melhor “a ideia” e percebemos que esta é uma oportunidade pois tem espaço no mercado. Vamos, agora, passar para a planificação do nosso negócio; isto é, vamos elaborar um plano de negócios.

 

E como pensamos o “negócio”? Que DNA terá a nossa empresa? Qual será a sua estrutura?

Para desenhar o nosso modelo de negócio, temos obrigatoriamente de o fazer tendo em conta a sociedade em que vivemos actualmente e o ambiente que nos rodeia, ambiente que se caracteriza, entre outros aspectos,

  • por um mundo de constantes e rápidas mudanças;
  • por uma incerteza e maior complexidade;
  • por uma, cada vez, maior competitividade local e global;
  • e pela situação económica e social actual.

Para assumir a flexibilidade e dinamismo fundamentais que referimos, devemos apostar claramente numa estrutura leve, numa dimensão reduzida, isto é, numa “máquina leve” e na especialização, focalizando-nos no nosso “core business”.

Uma estrutura leve obriga-nos a pensar num quadro fixo de colaboradores, limitado aos elementos essenciais; Para além disso, devemos, ser capazes de reunir os melhores profissionais em regime de freelancers, isto é, procurar os mais empreendedores, os mais empenhados e dedicados, numa relação de total transparência e sempre em relações “win-win”. Para isso, teremos de ser capazes de remunerar bem o trabalho desenvolvido. Se falarmos em concreto no sector de serviços, o que nos irá diferenciar será, sem dúvida, a nossa capacidade de gerar, produzir e gerir conhecimento; devemos, por isso, estar reunidos com os melhores dos melhores.

Devemos realizar o máximo investimento possível no nosso “core business”, no que fazemos bem ou muito bem, para perseguirmos a excelência, a especialização é cada vez mais determinante. Podemos e devemos desenvolver soluções que não sendo do nosso “core business” sejam respostas a desafios dos nossos clientes, mas para as desenvolver devemos ir estabelecendo parcerias com outros Empreendedores e empresas, que detenham as competências necessárias em cada caso, para garantir serviços/produtos de qualidade.

Quanto a custos fixos, devemos ainda questionarmo-nos se precisamos de um escritório tradicional “físico,”ou se fará sentido recorrer a uma oferta de serviços de escritórios virtuais, que facilite a utilização esporádica de postos de trabalho, de salas de reuniões e, ainda, de uma série de serviços partilhados a custos reduzidos; Estão também disponíveis serviços de secretárias virtuais, passíveis de gerir comunicação e a agenda, permitindo aos empreendedores e às empresas pensarem e dedicarem-se ao negócio.

Sozinhos, seremos sempre pequenos, pequenos demais. Estabelecer parcerias estratégicas irá permitir-nos desenvolver soluções com mais qualidade, entrar em novos mercados, obter melhores e mais diversificados canais de distribuição, assim como, aumentar a nossa credibilidade e notoriedade da marca.

É essencial, ainda, apostar numa presença digital, interna, optando quando possível por software opensorce ou sas (software as a service), que garanta a eficácia e a eficiência de uma plataforma tecnológica de suporte ao desenvolvimento das nossas actividades. Por outro lado, num pendor externo, optando decididamente por uma estratégia de marketing digital, que nos viabilize uma entrada mais rápida no mercado nacional ou nos mercados internacionais, com uma presença digital, podemos sem dúvida, mais facilmente alcançar uma projecção internacional.

Em resumo, devemos ter estruturas leves, pequena dimensão, custos fixos reduzidos e especialização no “core “business” complementados com o estabelecimento de parcerias, o “networking” e a presença digital. Trata-se de sugestões que não garantem sucesso; podem, isso sim, reduzir o risco sempre existente no processo empreendedor. Por último, o modelo de negócio é “a cereja no topo do bolo”, a forma como o desenhamos deve ser pensada “fora da caixa”; a criatividade e inovação devem estar na sua génese e os objectivos devem ser a efectiva criação de valor e a diferenciação. O próprio modelo de negócio deve ser objecto de reflexão permanente e, quando necessário, adaptado de acordo com os novos desafios e com o ambiente que nos rodeia, bem como, com a experiência acumulada e com os sucessos alcançados e erros cometidos, transformando fraquezas em forças e ameaças em oportunidades.

Empreendam e acima de tudo divirtam-se !!!

 

Facebook para Empresas (com casos de estudo)

 

Numa altura em que o número de utilizadores já superou os 726 000 000 de utilizadores no mundo e os 3 927 080 em Portugal e a guerra entre Facebook e Google Plus está aberta, o Facebook continua a mostrar uma grande preocupação em ajudar as Marcas[1] a obterem resultados melhores na sua plataforma. Recentemente surgiu a notícias de que o aumento do preço da publicidade no Facebook aumentou 74% todavia, o esforço para fazer com que tudo se torne mais simples é evidente e certamente irá tornar o preço uma variável menos significativa para conhece mal os detalhes do meio digital. O Facebook lançou uma área destinada às Marcas - Facebook for Business- que ajuda as organizações a:

  • construírem a sua presença on-line;
  • envolver a sua comunidade
  • promover o passa a palavra

Para muitas Marcas, estar no Facebook é  um "bicho de 7 cabeças" e na minha opinião há muito que se pode fazer sem ter grandes conhecimentos técnicos porém, para sermos efectivamente diferentes poderemos recorrer à ajuda de especialistas na matéria que nos ajudam a implementar a acção. Saliento que no mundo digital nem tudo tem que ser demasiado profissional para ter sucesso. O caso recente do

há 5 princípios chave:

 

 

Este guia ainda nos fornece informação útil para os seguintes objectivos:

Se a ideia é ter a sua Marca no Facebook, não deixe de ler o guia na integra. É muito útil e tem

dicas muito interessantes. Uma outra área interessante neste espaço é a da partilha de casos de sucesso no Facebook, exemplos como o da Budweiser, o da PepsiCo India, o da M&M’S, o da Unilever e o da 1-800-Flowers.com entre muitos outros desde a área do entretenimento,  ao e-commerce, passando pela área das finanças, oferecem "inputs" valiosos. Pela a análise que fiz, nenhum dos casos de sucesso apresentados conseguiriam estes resultados sem a ajuda de profissionais (de estratégia e operacionais) aptos para implementar as acções. Como tenho referido, sou apologista de que devemos saber trabalhar em rede e em equipa. O Marketing Digital, na minha opinião, tem sofrido de um mal geral  em que se considera que um especialista na matéria deve dominar o Marketing estratégico, o Marketing Operacional, a Gestão, a Informática, o Design, entre muitas outras coisas. Para ser sincero, é impossível sermos bons em tudo como tal, dependendo dos objectivos poderemos ter que recorrer a mais que um profissional. Para finalizar, nesta página irá também encontrar links directos e respectiva explicação para:

Mesmo que vá passar para as mãos de um profissional a sua estratégia de Facebook Marketing, é importante saber o que se pode fazer e quais as recomendações do Facebook. Para acompanhar toda a evolução sobre o tema, recomendo a página oficial Facebook Marketing. Boa sorte!

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