AUTENTICAR

Estar ou não estar no Facebook

Esta é ainda uma questão que muitas empresas colocam quando ponderam se devem estar nas redes sociais. Parece uma pergunta simples e cuja resposta deveria também ser simples: ou estão ou não estão. E se é para estar, então que seja a sério. Porque se os seus clientes estão lá, então a marca tem necessariamente de estar e bem representada.

É precisamente neste ponto que muitas empresas falham ao pensarem que por esta plataforma de comunicação ser de registo gratuito, não obriga a nenhum tipo de investimento. E, assim neste momento temos empresas com páginas no Facebook que simplesmente não comunicam! Já se imaginou a entrar numa loja e o funcionário não o cumprimentar?! Não ficava com boa impressão, pois não?

O digital não é portanto assim tão diferente do tradicional. As pessoas continuam a exigir uma boa aparência, respostas rápidas, conteúdo relevante, e envolvimento emocional com a marca. Acha que o site da empresa é suficiente? É importante sem dúvida, mas salvo raras exceções é feita uma comunicação unidirecional (empresa-cliente), e dessa forma o cliente não é ouvido, e acredite ele tem quase sempre opiniões, sugestões, criticas… Tudo o que o cliente diz ou pensa é importante para a marca e é nesse sentido que o Facebook surge, como uma ferramenta que permite essa bi-direcionalidade comunicativa.

Se ainda tem dúvidas sobre o Facebook, mas acredita no valor da sua marca pense que ela é falada por lá, bem ou mal, e você não sabe porque não está. Mas se estivesse e falassem bem, poderia aproveitar isso em seu benefício; e se falarem mal nada mais é do que uma oportunidade para melhorar. A grande vantagem  desta era das redes sociais é precisamente a possibilidade de haver uma comunicação bidirecional da empresa para o cliente e do cliente para empresa. 

 

O marketing no Facebook é assim tão importante porquê? A plataforma de publicidade desta rede social é a ferramenta de marketing mais poderosa da atualidade, atendendo ao nº de pessoas que pode alcançar (4,5 milhões de pessoas em Portugal) e à especificidade com que o pode fazer. Publicitar no Facebook pode gerar um alcance por vezes superior à TV e à rádio, possibilitando ainda uma segmentação do público-alvo superior e a preço mais baixo do que o AdWords do Google.

Todas estas potencialidades do Facebook podem ser alcançadas e usadas em benefício da sua empresa/marca, tanto numa fase inicial do negocio, como quando o objetivo é aumentar a carteira de clientes e/ou consolidar a ligação do cliente à marca. Estes benefícios só serão contudo conseguidos se despender tempo e recursos no planeamento estratégico de marketing e comunicação que irá implementar para ter uma presença no Facebook eficiente e eficaz.

O problema é que provar que o investimento no Facebook dá lucros nem sempre é fácil, mas ainda assim é importante que ninguém tenha dúvidas do seu real potencial.

Posto tudo isto, já se perguntou: O que tem andado a fazer nas redes sociais??

Diz-me o que fazes no Facebook, dir-te-ei quem és

Diz-me o que fazes no Facebook, dir-te-ei quem és

 

 

“Diz-me que likes fazes no Facebook, dir-te-ei quem és”. Segundo o site Público, esta seria a melhor adaptação do ditado popular à era das redes sociais. Isto porque, segundo um estudo realizado por investigadores britânicos, é possível traçar a personalidade, a religião, as escolhas políticas e até a orientação sexual de cada utilizador, através dos seus “gostos” digitais.

Uma equipa do departamento de psicometria da Universidade de Cambridge, em parceria com a Microsoft, concluiu que, recorrendo a determinados algoritmos, é possível conhecer algumas características dos utilizadores do Facebook, mesmo sem que eles as tenham revelado directamente.

O segredo está nos likes (“gostos”) que cada um faz. Este estudo, publicado na revista PNAS, analisou o mural de 58 mil utilizadores do Facebook, que participaram voluntariamente e cederam os resultados dos seus testes comportamentais psicométricos, em que são revelados os traços da personalidade.

Os algoritmos usados pelos investigadores para analisar os murais acertaram com 88% de precisão na sexualidade dos homens e com 75% na das mulheres. Os cristãos e os muçulmanos foram classificados correctamente em 82% dos casos, e o mesmo aconteceu com os democratas e os republicanos, em 85% da amostra.

A distinção racial entre afro-americanos e caucasianos bateu certo em 95% dos casos. Em relação às preferências políticas, os likes correspondiam à realidade em 85% dos murais analisados.

O modelo demonstrou menor precisão quando se analisou se os pais dos utilizadores estavam juntos ou separados, antes e depois dos seus 21 anos. “Apesar de sabermos que o divórcio parental tem efeitos a longo prazo nos jovens adultos (com 28 anos), é notável que isto seja detectável através dos seus likes no Facebook”, escrevem os autores.E exemplificam: “Indivíduos com pais separados têm mais probabilidade de gostar de frases que demonstram preocupação com relações, como ‘se estou contigo, estou contigo, não quero mais ninguém’”.

Se, por acaso, um utilizador gostar de publicações relacionadas com "tempestades", "o Relatório Colbert" (um programa de televisão nos Estados Unidos), "ciência" e "batatas fritas", então é uma pessoa inteligente. O contrário pode ser dito, segundo os investigadores, de quem gostar da marca "Sephora", da "Harley-Davidson" ou do grupo de música country "Lady Antebellum".

Os autores concluem que a previsão da personalidade dos utilizadores das redes sociais pode ser muito útil para os publicitários, por exemplo. Mas também representa riscos. “Prever a informação pessoal para melhorar produtos, serviços, e públicos-alvo pode também levar a perigosas invasões de privacidade”, afirmam.

Um dos investigadores, David Stillwell, alerta para o facto de o utilizador poder ocultar as suas preferências. "Os likes no Facebook são públicos por padrão mas o Facebook não obriga a torná-los públicos. Pode alterar as configurações de privacidade", disse, citado pela BBC.

 

Fonte: Diz-me o que fazes no Facebook, dir-te-ei quem és. http://www.publico.pt/

Impacto do Facebook no Processo de Segmentação

Marketing Portugal - Segmentação

Tenho sido obrigado a reflectir um pouco sobre o impacto que as redes sociais em geral e o Facebook em particular têm nos Planos de Marketing e em particular nos processos de segmentação. Começando pelo inicio, para quem não está tão familiarizado com o termo, segmentação, no âmbito do Marketing, consiste na divisão do mercado em grupos com características mais ou menos homogéneas.

Os critérios que nos permitem dividir o mercado, podem ser:

  • Geográficos;
    • Região
    • Nº de habitantes da região ou cidade
    • Densidade (urbana, suburbana, rural..)
    • Área (Norte, Sul..)
  • Demográficos;
    • Idade
    • Tamanho da família
    • Sexo
    • Ocupação
    • Rendimentos
    • Religião
    • Raça
    • Nacionalidade
  • Psicográficos;
    • Estilo de vida
    • Personalidade
  • Comportamentais;
    • Status
    • Índice de utilização
    • Fidelidade
    • Atitude face ao produto/marca/empresa

É através do processo de segmentação (divisão do mercado) que definimos o nosso público-alvo, ou seja, dentro dos segmentos identificados, escolhemos em que segmento(s) vamos investir (Targeting) A segmentação no mundo académico, é vista como uma decisão estratégica ou seja, é uma decisão de médio/longo prazo. Prevenindo já o que vem a seguir, de forma alguma quero com este artigo fazer com que se deixe de segmentar a médio/longo prazo. Cada um deverá ser capaz de enquadrar este artigo na sua realidade e nos seus processos de Marketing e de Gestão. O que se passa nos meios tradicionais (TV, Outdoor´s, Imprensa, etc.) é que é difícil saber, exactamente, quem recepciona a nossa mensagem. Obviamente que a escolha do canal de comunicação em função do segmento é indispensável e ajuda-nos a “tentar” atingir determinado público-alvo mas, na verdade, nunca podemos ter a certeza se esse publico foi, efectivamente atingido (nem através dos estudos do mercado). Se publicitamos um anúncio na revista X, mesmo que aborde um tema focado no público-alvo definido pela empresa, nada nos garante que, efectivamente, estejamos a atingir o público pretendido. Se tivermos a falar de segmentos alargados, como por exemplo, jovens entre os 15 e os 25 anos, da classe média, média alta e alta, residentes em Portugal Continental, possivelmente se investirmos num meio (canal de televisão, outdoor, revista, jornal, rádio, etc..) em que este segmento está definido, iremos atingir uma parcela deste “alvo” mas, nunca sabemos exactamente quem estamos a atingir, ao pormenor e, quando falamos de nichos o caso é ainda mais complicado. Como sabemos, a internet tem vindo a alterar muitos paradigmas no processo de monitorização dos planos de Marketing. Tudo é mensurável ao pormenor o que nos permite adaptar a estratégia sempre que necessário.

Mas que tem isto a ver com o Facebook?

O Facebook apresenta uma solução de monitorização e controlo sem precedentes. Se formos detentores de uma página no Facebook, temos acesso a estatísticas, que nos permitem monitorizar detalhadamente todo o processo. No campo de estatísticas da página, podemos de imediato monitorizar 3 áreas:

  • Vista geral da página
    • Utilizadores (Gostos novos, Total de Gostos, Nº de utilizadores activos mensalmente)
    • Interacções (nº de visualizações, Feedbacks)
  • Utilizadores
    • Utilizadores activos durante o período de tempo seleccionado
    • Tipo de utilização (visualizações, gostos, comentários, publicações
    • Dados demográficos dos utilizadores (sexo, idade, países, cidades, idiomas)
    • Separadores com mais visitas
    • De onde vêm os utilizadores
  • Interacções
    • Nº de impressões por comentário/artigo/post
    • Número de visualizações
    • Cancelamentos de subscrição da página
    • Nº de gostos

Marketing Digital

O Facebook permite ainda exportar todos estes indicadores para Excel, possibilitando o cruzamento e o tratamento de dados conforme as necessidades de cada um. Esta folha de Excel consegue ter um detalhe impressionante. Entre muitas variáveis, destaco algumas:

  • Nº de utilizadores activos por dia/semana/mês;
  • Nº de novos utilizadores (Gostos);
  • Nº de Cancelamentos;
  • Nº de adesões à página por dia;
  • Impressões da página;
  • Gostos / Comentários / Publicações;
  • País de origem dos utilizadores;
  • Classificação dos utilizadores por sexo e faixa etária;
  • Utilizadores por cidade
  • Origem dos utilizadores (ligações externas)

Óbvio que estes indicadores depende do que as pessoas colocam nos seus perfis de utilizadores, também temos que ter isso em conta, se as pessoas colocam informação errada no Facebook, as estatísticas também poderão estar erradas (o que não me parece ter grande impacto em grupos com muitos utilizadores).

Mas que é que isto tem a ver com a Segmentação?

O cenário anterior, permite-nos ter total controlo sobre a monitorização de um canal de comunicação, ao contrário do que é habitual. O profissional de Marketing, com total transparência, consegue obter todos os indicadores que precisa para analisar o comportamento do seu consumidor e, perceber o impacto que os processos de Marketing têm no seu público-alvo. Vamos supor que temos um produto de grande consumo para comercializar. Como segmento – alvo para promover o nosso produto, identificamos um grupo com as seguintes características (simplificando):

  • Sexo masculino;
  • Idade entre os 20 e os 30 anos;
  • Classe média;
  • Irreverente.

Encontramos alguns canais de comunicação que se enquadram neste perfil como por exemplo;

  • Revista XPTO
  • Jornal YZ
  • Canal de televisão XYZ

Tudo parece estar no bom caminho, embora esperássemos atingir um volume de vendas superior até à data. Decidimos entretanto criar a página no Facebook para esse produto e damos inicio à monitorização. Com uma boa estratégia de Marketing Digital, verificamos que em pouco tempo obtemos milhares de seguidores. Contentes com o “cenário”, decidimos analisar os dados estatísticos da página do Facebook e, verificamos que os utilizadores que mais estão a interagir com o nosso Produto, que mais estão a recomendar e mais estão a criar “buzz” tem as seguintes características:

  • Sexo feminino
  • Idade entre os 15 e os 20 anos
  • Classe média
  • Irreverente

Ou seja, o suficiente para os canais tradicionais (em que decidimos investir) não estarem a atingir este público-alvo (que não foi definido no processo de Targeting).

O que faria a empresa?

Mantinha o público-alvo que tinha identificado posteriormente ou procurava adaptar a sua estratégia a um consumidor activo que está a dar “provas” de aceitação relativamente ao Produto? Este é apenas um exemplo do que pode acontecer. Estes indicadores estatísticos do Facebook (e diria mesmo de toda a Internet) vêm quebrar alguns paradigmas no âmbito do Marketing, até mesmo as decisões estratégicas. Que fique claro que não estou a dizer que no exemplo anterior devíamos mudar toda a estratégia "da noite para o dia", cada caso é um caso e é importante analisar cada situação em detalhe mas, fica claro para todos que devemos reflectir muito bem sobre as nossas decisões e, se for caso disso, devemos assumir o erro e adaptar a nossa estratégia ao nosso consumidor.

estatísticas - marketing portugal

Não devemos analisar "cegamente" os números

Não sou adepto de lermos os números “cegamente”. No exemplo anterior, faria todo o sentido tentar perceber o que estava a acontecer, onde se tinha falhado e se esta aceitação era apenas no âmbito digital e qual era o impacto que este “target” tinha nas vendas. Por termos mais membros activos de determinada faixa etária na nossa página no Facebook, não quer dizer que esse seja o público que nos traz maior rentabilidade. O papel do profissional de Marketing e a intuição do mesmo continua a ser imprescindível, caso contrário, corremos o risco de começar a gerir e a delinear estratégias em função, exclusivamente, dos números. Marketing Portugal

Para além da segmentação...

Neste artigo abordei a segmentação mas, a transparência de indicadores estatísticos na Internet e, em particular, no Facebook, poderão ter impacto em qualquer fase do plano de Marketing. É preciso estar atento e perceber que os planos de Marketing não podem estar estagnados, em nenhuma fase da sua estrutura. Como complemento final, estes indicadores são fundamentais na decisão de canais de comunicação (tema que daria origem a outro artigo). Porque é que eu hei-de fazer publicidade numa revista em papel se, tenho a garantia que a publicidade num site/portal com uma boa presença no meio digital pode dar origem a muito mais visualizações, sabendo exactamente (com todo o detalhe!) quem segue esse site/portal? A "conversa" sobre o "share" de audiências e o número de tiragens( entre outros indicadores), começa a não fazer sentido com o crescimento do mundo digital. Nós, profissionais de Marketing, queremos saber EXACTAMENTE com quem estamos a comunicar/interagir Por fim, também no no âmbito do Marketing Pessoal, a publicação de artigos no meio tradicional (revistas da especialidade) tem muito peso mas não devemos desprezar portais que conseguem dar muito mais visibilidade ao nosso trabalho. Posso escrever para uma revista com 7.000 exemplares de tiragem. Desses 7.000 de tiragem, efectivamente, qual foi a visibilidade do meu artigo? Como se calcula o "ROI" deste meu investimento? Na Internet conseguimos saber exactamente o número de impressões de cada artigo e, não tenho dúvidas que há sites que conseguem obter maior número de impressões do que muitos meios tradicionais (incluindo a televisão e a rádio) Estes exemplos aplicam-se a quase tudo. Mesmo que haja alguma resistência, não podemos deixar de reflectir porque isto irá ter impacto no desempenho do nosso trabalho.

Bom Marketing!

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Facebook Places

Mais uma vez o Facebook tem sido vitima de falta de privacidade, desta vez, o "alvo" é a aplicação Facebook Places. Esta opção já anda a dar que falarl e já correm vários e-mails de alerta para a falta de privacidade desta ferramenta que expõe conversas dos utilizadores, assim como, fornece o mapa de onde estamos situados. O alerta surge porque "agora conseguem descobrir onde nós estamos a toda a hora", "Mark Zuckerberg saberá sempre onde estamos e o que estamos a fazer" O Facebook Places permite que os utilizadores façam o "check in" para os seus amigos saberem, exactamente, a sua localização actual. Com toda a controvérsia que este tipo de aplicações pode gerar, nós (profissionais de Marketing), temos que perceber muito bem o que está aqui em causa. Actualmente o Facebook Places está disponível nos EUA, Reino Unido e Japão, mas, a promessa é chegar rapidamente a todos os países. O que é o Facebook Places?

É um aplicativo baseado na Localização. Recorre ao sistema de GPS para que se possa fazer um "check in" através dos telemóveis e fornecer informação aos amigos sobre a nossa localização. Público-alvo? A previsão é para que este tipo de aplicação seja utilizada, maioritariamente, pelos jovens e pessoal socialmente activas. Utilização A ideia não é utilizar este aplicativo apenas para grandes viagens onde até se pode trabalhar o "status" partilhando a nossa deslocação, por exemplo, para o estrangeiro. O objectivo desta aplicação é ir mais longe, por exemplo, eu vou a um restaurante local, partilho com a minha rede na esperança de um dos meus amigos estar por perto e combinar ir lá ter comigo. Se nós - utilizadores WEB - temos cada vez mais "voto na matéria", com o Facebook Places, mais iremos passar a ter. Esta aplicação permite associar comentários ao "check in". Ao optar por  um restaurante, posso partilhar essa informação com a minha rede e, posso agregar um comentário relativamente ao restaurante, que ficará visivel para a minha rede e posteriormente em pesquisas sobre esse restaurante. Recorrendo ao GPS, o Facebook Places irá identificar "pontos quentes" na nossa área e irá indicar-nos os comentários que as pessoas deixaram. É uma forma de sermos influenciados na nossa escolha. Privacidade Com isto tudo, é inevitável que se fale da privacidade. É importante referir que o Facebook não é constituído apenas por amigos e gente de bem, esta aplicação é obviamente uma oportunidade para se obter informação que de outra forma seria impossível. Esta aplicação vai colocar transparência na rede, para o bem e para o mal, todos (incluindo assaltantes) poderão, de alguma forma, saber por onde andamos, se estamos ou não em casa, se estamos ou não longe, etc.. é preciso estar atento. Vídeo Facebook Places - O que suposto acontecer!

é 

Configuração conta Facebook1º Clicar em Conta

2º Definições de privacidade;

3º Personalizar definições;

 

4º Amigos podem visitar locais por mim

5º Desactivar

"O Facebook nunca irá partilhar ou divulgar a tua localização automaticamente"

 

Próximo Passo: Notificações

1º Clicar em Conta

2º Definições de conta

3º Notificações

Scroll down até verem locais 5º Desmarcar as duas opções (para quem quiser desactivar)

6º Confirmar as alterações

Apesar de toda a resistência relativamente às aplicações de geo-localização, o Facebook explora uma área que já tem apresentado resultados junto dos seus concorrentes e, para nós, profissionais de Marketing, fica o alerta para estarmos atentos a este tipo de aplicação que nos vai ajudar, cada vez mais, a conhecer e a segmentar o consumidor.

Facebook para Empresas (com casos de estudo)

 

Numa altura em que o número de utilizadores já superou os 726 000 000 de utilizadores no mundo e os 3 927 080 em Portugal e a guerra entre Facebook e Google Plus está aberta, o Facebook continua a mostrar uma grande preocupação em ajudar as Marcas[1] a obterem resultados melhores na sua plataforma. Recentemente surgiu a notícias de que o aumento do preço da publicidade no Facebook aumentou 74% todavia, o esforço para fazer com que tudo se torne mais simples é evidente e certamente irá tornar o preço uma variável menos significativa para conhece mal os detalhes do meio digital. O Facebook lançou uma área destinada às Marcas - Facebook for Business- que ajuda as organizações a:

  • construírem a sua presença on-line;
  • envolver a sua comunidade
  • promover o passa a palavra

Para muitas Marcas, estar no Facebook é  um "bicho de 7 cabeças" e na minha opinião há muito que se pode fazer sem ter grandes conhecimentos técnicos porém, para sermos efectivamente diferentes poderemos recorrer à ajuda de especialistas na matéria que nos ajudam a implementar a acção. Saliento que no mundo digital nem tudo tem que ser demasiado profissional para ter sucesso. O caso recente do

há 5 princípios chave:

 

 

Este guia ainda nos fornece informação útil para os seguintes objectivos:

Se a ideia é ter a sua Marca no Facebook, não deixe de ler o guia na integra. É muito útil e tem

dicas muito interessantes. Uma outra área interessante neste espaço é a da partilha de casos de sucesso no Facebook, exemplos como o da Budweiser, o da PepsiCo India, o da M&M’S, o da Unilever e o da 1-800-Flowers.com entre muitos outros desde a área do entretenimento,  ao e-commerce, passando pela área das finanças, oferecem "inputs" valiosos. Pela a análise que fiz, nenhum dos casos de sucesso apresentados conseguiriam estes resultados sem a ajuda de profissionais (de estratégia e operacionais) aptos para implementar as acções. Como tenho referido, sou apologista de que devemos saber trabalhar em rede e em equipa. O Marketing Digital, na minha opinião, tem sofrido de um mal geral  em que se considera que um especialista na matéria deve dominar o Marketing estratégico, o Marketing Operacional, a Gestão, a Informática, o Design, entre muitas outras coisas. Para ser sincero, é impossível sermos bons em tudo como tal, dependendo dos objectivos poderemos ter que recorrer a mais que um profissional. Para finalizar, nesta página irá também encontrar links directos e respectiva explicação para:

Mesmo que vá passar para as mãos de um profissional a sua estratégia de Facebook Marketing, é importante saber o que se pode fazer e quais as recomendações do Facebook. Para acompanhar toda a evolução sobre o tema, recomendo a página oficial Facebook Marketing. Boa sorte!

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