Alerta
  • JUser: :_load: Não foi possível carregar o utilizador com o ID: 368
AUTENTICAR

Diz-me o que fazes no Facebook, dir-te-ei quem és

Diz-me o que fazes no Facebook, dir-te-ei quem és

 

 

“Diz-me que likes fazes no Facebook, dir-te-ei quem és”. Segundo o site Público, esta seria a melhor adaptação do ditado popular à era das redes sociais. Isto porque, segundo um estudo realizado por investigadores britânicos, é possível traçar a personalidade, a religião, as escolhas políticas e até a orientação sexual de cada utilizador, através dos seus “gostos” digitais.

Uma equipa do departamento de psicometria da Universidade de Cambridge, em parceria com a Microsoft, concluiu que, recorrendo a determinados algoritmos, é possível conhecer algumas características dos utilizadores do Facebook, mesmo sem que eles as tenham revelado directamente.

O segredo está nos likes (“gostos”) que cada um faz. Este estudo, publicado na revista PNAS, analisou o mural de 58 mil utilizadores do Facebook, que participaram voluntariamente e cederam os resultados dos seus testes comportamentais psicométricos, em que são revelados os traços da personalidade.

Os algoritmos usados pelos investigadores para analisar os murais acertaram com 88% de precisão na sexualidade dos homens e com 75% na das mulheres. Os cristãos e os muçulmanos foram classificados correctamente em 82% dos casos, e o mesmo aconteceu com os democratas e os republicanos, em 85% da amostra.

A distinção racial entre afro-americanos e caucasianos bateu certo em 95% dos casos. Em relação às preferências políticas, os likes correspondiam à realidade em 85% dos murais analisados.

O modelo demonstrou menor precisão quando se analisou se os pais dos utilizadores estavam juntos ou separados, antes e depois dos seus 21 anos. “Apesar de sabermos que o divórcio parental tem efeitos a longo prazo nos jovens adultos (com 28 anos), é notável que isto seja detectável através dos seus likes no Facebook”, escrevem os autores.E exemplificam: “Indivíduos com pais separados têm mais probabilidade de gostar de frases que demonstram preocupação com relações, como ‘se estou contigo, estou contigo, não quero mais ninguém’”.

Se, por acaso, um utilizador gostar de publicações relacionadas com "tempestades", "o Relatório Colbert" (um programa de televisão nos Estados Unidos), "ciência" e "batatas fritas", então é uma pessoa inteligente. O contrário pode ser dito, segundo os investigadores, de quem gostar da marca "Sephora", da "Harley-Davidson" ou do grupo de música country "Lady Antebellum".

Os autores concluem que a previsão da personalidade dos utilizadores das redes sociais pode ser muito útil para os publicitários, por exemplo. Mas também representa riscos. “Prever a informação pessoal para melhorar produtos, serviços, e públicos-alvo pode também levar a perigosas invasões de privacidade”, afirmam.

Um dos investigadores, David Stillwell, alerta para o facto de o utilizador poder ocultar as suas preferências. "Os likes no Facebook são públicos por padrão mas o Facebook não obriga a torná-los públicos. Pode alterar as configurações de privacidade", disse, citado pela BBC.

 

Fonte: Diz-me o que fazes no Facebook, dir-te-ei quem és. http://www.publico.pt/

Google multada em sete milhões por recolha de dados privados

Google multada em sete milhões por recolha de dados privados

 

 

O caso remonta à recolha de dados feita pelo serviço Street View entre 2008 e 2010 nos EUA.

Segundo a Exame Informática, a Google reconhece que os dados privados foram recolhidos ilegalmente e compromete-se a pagar uma indemnização de sete milhões de dólares (cerca de 5,3 milhões de euros). Paralelamente, a empresa vai ter cursos de formação obrigatórios para os seus funcionários durante os próximos dez anos, sobre a recolha de dados pessoais e vai suportar uma campanha de educação a nível nacional, noticia a Cnet.

A Google diz que esta recolha de dados foi feita à revelia da empresa, por um engenheiro de software. «Os líderes do projeto nunca quiseram estes dados e nunca os usaram ou olharam para eles», afirma a Google em comunicado.

Recorde-se que os dados eram captados quando o carro de recolha de imagens do Street View passava e apanhava redes sem fios desprotegidas. Eram recolhidos dados como emails, mensagens de textos, históricos de navegação e até palavras-chave. A Google comprometeu-se ainda a destruir toda a informação captada desta forma.

 

Fonte: Google multada em sete milhões por recolha de dados privados

http://exameinformatica.sapo.pt/

 

Os 8P´s do Marketing Digital

 

 

 

Conrado Adolpho é um reconhecido especialista internacional, na área do Marketing Digital. 

Com o livro 8ps do Marketing Digital, o autor conseguiu criar um guia que oferece aos seus leitores conteúdo profundo sobre o tema. É um livro fácil de ler mas extenso. Vai ao fundo das questões e procura explicar fenómenos que por vezes se considera exclusivos do ambiente digital.


Para o autor, não faz sentido falar em Marketing Digital porque o Marketing trabalha como um todo e isso demonstra experiência e conhecimento pela área.

É um livro recomendado para quem quer aprofundar os seus conhecimentos de Marketing Digital contudo, esteja preparado para um livro extenso que procura ir ao fundo da questão de muitos conceitos. Não é um livro para se ler de um dia para o outro. Há quem o considere um excelente manual de consulta ou um bom "parceiro" para ajudar na tomada de decisão "digital".

Sinopse

 O marketing digital passa actualmente por uma fase de consolidação em que apenas as empresas e os profissionais que tenham um conceito sólido do que representa a Internet na actual economia, e que tenham o domínio prático sobre as tácticas desse novo mundo, vão prosperar no mercado. Este livro apresenta aos profissionais do marketing, aos administradores, aos empresários e aos estudantes os passos para se ter êxito nas estratégias de negócios de todos os tipos, utilizando o ambiente online. Mostra como transformar a Internet numa ferramenta de negócios eficiente e lucrativa. Mostra também, através de 100 estudos de casos e inúmeras dicas de ferramentas, o lado prático do marketing digital, sem, no entanto, deixar de expor de forma didáctica e abrangente toda uma nova teoria gerada pela era do conhecimento e pelas novas tecnologias da informação e da comunicação. Um livro essencial para todos os que trabalham com marketing e comunicação e para todos os que administram negócios nesse meio de comunicação.
Um guia estratégico, táctico e operacional.
 

Internet na Indústria Farmacêutica

Indústria Farmacêutica

A Internet na Indústria Farmacêutica

Nos dias que correm, mudança é uma das palavras de ordem. Tudo está a mudar e tudo está diferente; não podemos olhar para estratégias eficazes no passado e tomá-las como certas no presente. É indispensável haver um acompanhamento da mudança e tentar recolher opiniões do mercado e de quem nos envolve. A interacção entre as companhias, os clientes ou mesmo colaboradores e fornecedores é essencial para se conhecer as necessidades, procurando satisfazê-las da melhor forma.

As ferramentas de comunicação têm vindo a evoluir de forma a permitir dar resposta a estas necessidades, tendo sido mais notória nuns sectores de actividade do que noutros. Uma destas ferramentas de comunicação, que já é utilizada de forma essencial em sectores como o imobiliário, a banca, o lazer (CD, livros, música, jogos, etc.), entre outros, é a Internet.

Embora as companhias ligadas à Indústria Farmacêutica (IF) já comecem a olhar para a Internet como uma forte ferramenta, sejamos realistas ao assumir que muito se tem que fazer para usufruir de todas as potencialidades (muitas vezes desconhecidas) da Internet.

A noção de que a Internet em Portugal não é expressiva em termos de utilizadores é cada vez mais errada.

Em 2008, segundo o estudo Bareme Internet, da Marktest, 4.052 mil indivíduos costumam utilizar Internet, valor que representa 48,8% do universo composto por residentes no Continente com 15 anos ou mais.

Estará o leitor a pensar: “Ok, isto são os dados da população, mas um dos meus principais targets – os médicos – não navegam na Internet em número suficiente que justifiquem o investimento”. Vamos então analisar este pressuposto…

A Internet e os médicos

O objectivo deste artigo é mostrar que os médicos, como o resto da população, já vêem a Internet como um meio de comunicação e, mais importante, como uma ferramenta de trabalho indispensável.


Se olharmos para as idades dos internautas podemos ver que, apesar de a classe etária que mais utiliza a Internet ser a classe mais jovem entre os 15 e os 24 anos (com valores acima dos 90%), a faixa etária entre 45 e 64 anos já apresenta valores entre os 20% e os 40%.


Se olharmos para as idades dos médicos em Portugal, podemos verificar que estamos na presença de uma classe envelhecida, em que cerca de 41% dos médicos têm mais de 51 anos – o cenário de escassez e envelhecimento da classe médica é claro, ao ponto de o Governo ponderar contratar médicos já reformados.
Estes dados fazem-nos reflectir, pois estamos perante um target envelhecido, o que à partida se torna uma barreira à entrada de novas tecnologias.
Mas será assim?Se cruzarmos estes dados com o gráfico anterior, vemos que a grande parte dos médicos está numa faixa etária em que a utilização da Internet pode chegar aos 40%.

Outro tipo de análise que podemos fazer junto dos internautas portugueses prende-se com a repartição da utilização da Internet por classes sociais.

Segundo o INE, as classes mais baixas apresentam uma faixa etária mais envelhecida (superior a 55 anos). Isto significa que os cerca de 40% de utilizadores de Internet que se situam entre as idades de 45 e 55 anos são, na sua grande maioria, das classes alta e média-alta (onde se integra a classe médica em Portugal), sendo que, num contexto geral, 94,5% da classe alta e 84,2% da classe média-alta acedem à Internet.

Se olharmos para os lares da população portuguesa, constatamos que existe pelo menos um computador em 97% dos lares da classe alta, 89% da classe média-alta e 75% da classe média, o que nos dá boas perspectivas para afirmar que o nosso público-alvo médico tem grandes probabilidades de ter pelo menos um computador na sua residência.


O exemplo da clínica geral

Um inquérito divulgado pela Comissão Europeia sobre os serviços electrónicos nos cuidados de saúde concluiu que 88% dos clínicos gerais em Portugal utilizam computador e 66% têm ligação à Internet, valores bastante favoráveis para a utilização de projectos que façam uso das novas tecnologias


Se voltarmos a cruzar este estudo com o cenário dos clínicos gerais em Portugal em termos de idades, podemos adiantar que cerca de 67% têm idades superiores a 51 anos e, mesmo assim, segundo o inquérito da Comissão Europeia, 66% dos clínicos gerais utilizam Internet.

Torna-se cada vez mais claro que a classe médica conta bastante para a estatística de utilizadores de Internet no que respeita às classes etárias envelhecidas. Apesar de os médicos estarem envelhecidos, têm uma adesão significativa aos serviços de Internet.

Segundo a Marktest.com, “no que diz respeito à Internet, 78% dos médicos inquiridos acedem regularmente a esse meio, sendo de 87% de utilização pelos médicos especialistas hospitalares face a 74% dos Clínicos Gerais, verificando-se um crescimento da taxa de utilização em 27%. A maioria dos médicos acede à Internet essencialmente para fins profissionais e para formação pessoal, sendo a Medicina o tema de maior”.

Cada vez mais, os médicos vêem-se obrigados a utilizar a Internet como ferramenta de pesquisa, informação e formação.

Aliada a toda esta informação, o Diário Económico refere que 94% dos hospitais acedem à Internet por banda larga, o que facilita a circulação rápida da informação.

O futuro

Por outro lado, podemos analisar a adesão da população, na classe etária dos “novos médicos”, com idades entre os 25 e 34 anos, que apresentam uma adesão à Internet de 77,8%, o que cruzado com a taxa superior a 90% apresentada pela classe alta e média-alta traça-nos um cenário muito positivo, não deixando dúvida de que os futuros médicos de Portugal serão utilizadores de Internet com taxas próximas dos 100%.

Podemos assim concluir que actualmente a Internet é uma ferramenta de comunicação que deve ser levada em conta para fazer chegar informação à classe médica em Portugal, mas terá que ser vista também como uma ferramenta de futuro, que continua em crescimento e terá cada vez mais adesão e aceitação por parte dos médicos.

Cada vez mais, as empresas devem olhar para as novas tecnologias como ferramentas inovadoras, com investimento futuro, pois a tendência é clara e o que hoje electronicamente poderá ser uma barreira, de futuro será banalizado e estará no quotidiano de todos estes profissionais.

Olhando para a história da Internet, vemos que os primeiros a apresentarem conceitos inovadores (Amazon, Google, eBay) conquistaram um espaço junto dos internautas que perdura até hoje… E você? Já pensou qual o espaço que a sua companhia quer ocupar?

Em 2012, mais de 30% da população mundial utilizará Internet

Actualmente, cerca de um quarto da população mundial (1,4 mil milhões de pessoas) utilizam a Internet, e a tendência é para aumentar cada vez mais. Segundo a IDC (Interactive Data Corp), em 2012 mais de 30% da população utilizará Internet, o que é um valor bastante agradável, considerando que a taxa de pobreza no mundo é cerca de 16% e a taxa de idosos é cerca de 20%.

Segundo John Gantz, Chief Research Officer da IDC, o facto de a Internet ter passado a barreira de mil milhões de utilizadores em cerca de 10 anos comprova o seu potencial (muito mais rápido que a Rádio ou a Televisão).

Utilizando a Internet e acompanhando o crescimento tecnológico podemos comunicar com o nosso target, recebendo o seu feedback (Marketing Interactivo), reforçando as relações (Marketing Relacional), tudo em tempo real.

Os dados falam por si, e as previsões nos tempos que correm valem o que valem. Como tal, cabe aos decisores optarem pelas ferramentas de comunicação a utilizar, mas uma coisa é certa, a Internet ainda tem muito por onde crescer e cada vez mais é preciso recorrer a ela para atingir os públicos pretendidos.


Artigo publicado na 4ª edição da Pharmagazine

 

Impacto do Marketing Digital no sector da Saúde

É de conhecimento geral que a Internet veio alterar o comportamento do consumidor durante o processo de decisão de compra na maioria dos sectores todavia, há sempre uma estranha dúvida sobre se esta mudança também é “sentida” no sector da saúde, um sector com características tão particulares.

Para se conseguir definir e implementar as melhores estratégias de Marketing, torna-se indispensável conhecer as necessidades e desejos dos consumidores, assim como o seu processo de decisão de compra (Ferreira et al, 2009). Para mim, o sector da Saúde não é excepção.

 

Reconhecimento de uma necessidade

Nesta fase, o consumidor identifica um problema ou uma necessidade. A necessidade pode ser desencadeada por estímulos internos (como por exemplo, fome, sede, sexo) ou externos (estímulos externos). Os estímulos externos podem ser pessoais (amigos, contacto pessoal com vendedor, etc.) ou impessoais (artigo numa revista, anúncio de televisão, e-mail ou outra fonte externa).

Numa perspectiva de Marketing, as organizações podem recorrer, por exemplo, a uma estratégia digital para aumentar a percepção do consumidor, transmitindo-lhe informações sobre um eventual problema.

Esta fase assume um papel indispensável na prevenção de doenças em que se torna imperial comunicar, atempadamente, com o utente, sensibilizando-o para problemas que devem ser controlados.

Também no Sector da Saúde o utente pode sentir uma necessidade por um factor interno (sintoma de doença) ou por um factor externo (por exemplo, uma campanha de prevenção). Este “despertar” de necessidade fará com que o utente procure informações (nomeadamente através dos motores de busca, sites de referência ou redes Sociais). O desafio do Marketing na Saúde passa por conhecer estes estímulos e fazer com que o utente receba a mensagem em causa.

 

Pesquisa de Informação

Os profissionais de Marketing têm de entender a “carência de informação” e terão de identificar as fontes de Informação que os consumidores usarão para obter informações e qual a sua influência.

 

A Internet e as ferramentas de Web 2.0 assumem um papel preponderante na busca de Informação e interacção. Por exemplo, uma pessoa que tenha um familiar a precisar de determinados cuidados de Saúde vai reunir um conjunto de informações e identificar a melhor solução. Começa a ser frequente vermos sites, blogues, fóruns e grupos nas redes Sociais com dezenas de comentários e questões sobre determinada patologia, tratamento ou produto. O principal desafio para as Marcas é acompanhar a dinâmica com que se pesquisa na Internet, por exemplo, Ascensão (2010: 59) relata que 62% dos utilizadores não pesquisam para além da primeira página de resultados do Google. O que mostra uma dinâmica muito elevada no processo de busca de Informação.

As Marcas têm que conseguir posicionar-se no topo de pesquisas para serem encontradas. No sector da Saúde, tal como noutros sectores, é cada vez mais frequente um consumidor obter informação na Internet e depois dirigir-se ao espaço físico à procura do contacto pessoal. Este fenómeno deve ser rigorosamente analisado pelos profissionais de Marketing no Sector da Saúde porque, actualmente, é muito fácil recolher informação sobre uma determinada patologia, tratamento ou opinião médica.

Os consumidores estão cada vez mais exigentes e procuram o máximo de informações possíveis sobre o que pretendem. Depois de identificar uma necessidade, geralmente o utente parte para a procura de informações sobre o tratamento médico.

Tendo em conta que a Internet está a ganhar terreno como fonte principal de pesquisa de Informação, é um canal inevitável de ser trabalhado pelo Sector da Saúde. As pessoas estão-se a reunir em grupos e comunidades pela Internet e esses grupos vão influenciar o comportamento e as atitudes das pessoas, pressionando-as (mesmo que por vezes inconscientemente) a levar os seus pares a terem comportamentos concordantes com as suas normas.

Avaliação de alternativas

O utente procura benefícios que satisfaçam a sua necessidade. Os benefícios geralmente estão relacionados com a qualidade, preço, eficácia, segurança, ou forma de utilização. Esta fase é cada vez mais valorizada no âmbito do Marketing. Por exemplo, quando um utente está insatisfeito com determinado produto ou serviço, procura uma alternativa e na Internet esta busca é muito rápida.

Com o crescimento do “mundo digital”, a avaliação de alternativas adquiriu uma importância crescente. Por exemplo, se um profissional de Saúde prescreve determinado tratamento ao seu doente, com uma pesquisa no Google ele poderá encontrar pessoas na mesma situação que recorreram a outro tipo de tratamento com sucesso. Esta situação irá fazer com que o doente questione a decisão do médico, analisando a melhor alternativa.

Decisão

Pelo menos três factores podem intervir entre uma intenção a uma decisão:

•        Atitude e influência dos outros

•        Imprevistos

•        Risco

O efeito de rede e a ilimitada informação na Internet fazem com que as pessoas antes de qualquer decisão optem por procurar a opinião dos outros (avaliação de alternativas). Com as redes Sociais, por exemplo, o utente ganha proximidade com o profissional de Saúde ou com pessoas que já tiveram numa situação idêntica (comunidade).

Se um médico diz que determinado tratamento não é doloroso mas, nesse mesmo dia o utente vê um seu “amigo” dizer que fez o mesmo tratamento e está cheio de dores, em quem irá o utente acreditar? No médico experiente, ou em alguém que passou exactamente pelo mesmo?

Estas questões começam-se a levantar, daí a necessidade de credibilizar a Informação que é partilhada. Antigamente, o papel do decisor estava nos profissionais de Saúde que prescreviam ou decidiam o que o utente comprar para satisfazer determinada necessidade, por exemplo, um médico prescrevia um medicamento e o utente não contestava nem analisava a sua receita. O médico assumia o papel de decisor do produto que o utente iria consumir (o farmacêutico por vezes também assume este papel).

Actualmente o doente está mais informado e procura mais informação. Em produtos não sujeitos a receita médica, o utente já assume claramente um papel de decisor. No caso dos produtos sujeitos a receita médica, o decisor acaba por ser o prescritor contudo, o utente tem cada vez mais influência na decisão final.

O consumidor está mais interligado e as novas ferramentas permitem que este opine e partilhe experiências influenciando o processo de decisão dos outros consumidores. Para avaliar alternativas, o consumidor tem ao seu alcance toda a informação que precisa para ajustar o seu processo de compra.

Comportamento após tratamento

Depois da compra, o consumidor pode sentir insatisfação causada pela experiência do produto ou o serviço não corresponder às expectativas, por encontrar o mesmo produto a um preço mais baixo, ou por ouvir avaliações favoráveis a outras Marcas na mesma categoria.

O consumidor não pára de procurar informações quando a venda é concluída. Na Saúde, é frequente que o utente precise de cuidados continuados ou que precise de acompanhamento depois de uma intervenção (como é o caso dos doentes oncológicos).

Torna-se indispensável para as organizações olharem para o “após tratamento” como uma forma de satisfação de necessidades dos utentes. Incentivar o utente a partilhar a sua experiência com os seus pares, poderá ser uma forma de promover a prevenção no Sector da Saúde. Os utentes recorrem frequentemente à Internet para procurar informações sobre Saúde e ajudam-se uns aos outros.

Importância do papel do cidadão no Sector da Saúde

Francisco Jorge (in Saudados, 2011), director geral de Saúde, referiu que “cidadãos adquirem mais informações sobre a Saúde, geradoras de conhecimentos, para depois serem também motivadores de alterações dos comportamentos na perspectiva de mais e melhor Saúde. Por exemplo, o excesso de sal na alimentação está na origem da hipertensão arterial e a hipertensão arterial, por sua vez, aumenta os problemas cardiovasculares, que têm uma expressão epidémica devido a este descontrolo do consumo de sal em alimentos. Se cada cidadão tiver esta Informação e aceitá-la como inquestionável, o facto de ter esses conhecimentos vai levá-lo a reduzir o consumo de sal na perspectiva de prevenir ou controlar a hipertensão arterial e, por sua vez, isso terá reflexos na redução do risco em relação a doenças cardiovasculares ou cerebrovasculares”.

Com esta abordagem, fica evidente que o cidadão tem um papel decisivo no combate de determinadas doenças. Por vezes este acompanhamento é esquecido e, embora seja uma aposta presente no Plano Nacional de Saúde 2011 – 2016, ainda há um longo caminho a percorrer.

Marketing na saúde faz todo o sentido desde que, como sempre, haja ética, transparência e profissionalismo.

 

Os novos paradigmas dos negócios online

Numa economia em plena mudança de paradigmas, muito se fala actualmente no meio digital como forma de sucesso das organizações.

Os governos vêm nesta área, uma aposta em medidas de incentivo às empresas para a criação e promoção de novos negócios, e as empresas sentem a área como o talismã que todos ambicionam mas não compreendem muito bem qual a melhor forma de a incorporarem na sua estratégia de negócio.

De facto, o meio digital e os modelos de negócio que este pode proporcionar, é deveras capaz de potenciar um futuro diferente para muitas empresas, que se sentem obrigadas a reinventar o negócio, ou pelo menos a forma como o farão de futuro. 

O mesmo acontece com todos o indivíduos que procuram novas oportunidades de trabalho ou de negócios, já que nunca foi tão fácil como hoje, o desenvolvimento de novos projectos com base em tecnologia e, claro está, estratégia digital.

Esta mudança de paradigma abre um caminho, que há muito se fala, para negócios de e-commerce, podendo alavancar vendas de produtos ou serviços ao nível mundial e com custos relativamente reduzidos ou controlados.

Quando estamos perante uma intenção de avançar com uma plataforma de e-commerce, é importante perceber que o desenvolvimento de um modelo de negócio é a base do projecto e não, como em muitos casos se percebe, que a raiz do projecto partiu de uma plataforma pré-concebida e vendida com total ausência de estratégia.

Em cada produto, serviço ou instituição não basta simplesmente fazer um "copy & paste" do modelo de negócio já desenvolvido offline para o meio online. É importante perceber que factor de diferenciação vai existir também neste meio, isto é, o que vai fazer com que o cliente ultrapasse as barreiras inerentes a um processo de compra online.   

Já que falamos em cliente, quando pensamos em comércio online, tal como no offline, o foco tem que estar 100% centrado no consumidor. 

Nesse sentido, torna-se importante caracterizar o seu perfil, como forma de compreender quais as suas motivações e barreiras num processo de compra à distância.

A economia digital revolucionou completamente a forma como os indivíduos se comportam mediante um processo de consumo, permitindo-lhes o acesso rápido a inúmera informação.

Deste modo, a geração actual de consumidores online vive num mundo hiper-conectado (sem tempo), é mais atenta, mais informada e mais envolvida com as marcas e processos de aquisição das mesmas. 

A sua exigência vai para além da compra e com naturalidade acaba por forçar a criação de novos produtos.

Por outro lado, quer relacionar-se com a marca (reclamar, conversar, elogiar), e tem por hábito fazer comparações constantes das características dos produtos, preços e serviços associados. 

Porém, o consumidor online não considera apenas o preço decisivo; a promessa, o conteúdo, a expectativa e a experiência que a marca oferece são decisivos para o impulso ao consumo.

As marcas com operações de e-commerce oferecem cada vez mais informação online acerca do seus produtos. No entanto, a maioria não entende que, tal como no comércio tradicional, está centrada essencialmente na venda do produto, e não nos efeitos que este terá na vida do consumidor.

Na venda do produto online, a marca tem que ir mais além, criando conteúdo e mecanismos que ajudem o consumidor a perceber o impacto daquele produto na sua vida. Isto é,  em última instância, a marca deve influenciar o consumidor a sonhar com o universo de vantagens e potencialidades que determinado produto pode proporcionar. 

Por mais informação que marca disponibílize que fale directamente acerca das características técnicas do produto, os consumidores online procuram acima de tudo informação independente, ou seja, informação dada por outros consumidores com experiência na aquisição ou contacto com o produto/marca.

A capacidade que o meio online tem para proporcionar a qualquer indivíduo o poder de decidir acerca da marca, dá-lhe poder para se informar, avaliar e emitir opiniões, positivas ou negativas, de forma rápida, fácil e eficaz, que se traduz num efeito amplificador da comunicação.

Para além de tudo o que já foi exposto, o consumidor digital nunca esteve tão cómodo nas diversas fases do processo de compra, como está actualmente. Na comodidade do sofá de sua casa, pode analisar e comparar todas as ofertas disponíveis, efectuar a compra e receber a encomenda em casa. 

No entanto, apesar do aumento significativo dos números referentes ao comércio electrónico, é de considerar que ainda existem algumas barreiras que carecem de soluções. A segurança ao nível de pagamentos, apesar de haver cada vez mais e melhores mecanismos de controlo, é ainda um dos principais factores de dissuasão da compra online. A imensa contra-informação, os custos elevados do processo de logística quase sempre imputados ao consumidor final, a indefinição das políticas de trocas e devoluções, bem como a falta de transparência de muitos negócios desenvolvidos no meio, criam ainda um efeito psicológico negativo no consumidor que o impede de efectuar compras de grande implicação.

Apesar disso, esta é a verdadeira oportunidade para consumidores e empresas que procuram a expansão de negócios e melhores oportunidades.

Torna-se importante fazer uma fusão total entre o modelo de negócio online e toda a cadeia de stakeholders que envolvem o projecto, pois o seu sucesso online é o resultado de um produto, serviço, comunicação e distribuição desenvolvidos especificamente para aquele meio.

Reparo muitas vezes na vontade de empresas avançarem para a aventura de venda online, que em grande parte é centrada no consumidor final, sem aparentemente perceberem que o sucesso dessa operação depende de um ou mais factores de diferenciação e que a mesma possa ser escalável em termos geográficos.

É de extrema imaturidade alguém pensar que lança uma loja online para vender geográficamente apenas no seu país, no entanto, cometem-se ainda muitos erros destes, que à posteriori resultam em plataformas quase inactivas ou em custos de operações logísticas que inviabilizam por completo o sucesso do negócio.

Pensar o negócio estratégicamente é colocar objectivos que permitam uma rentabilidade e lucro tal como num negócio tradicional, é adaptar os recursos humanos, tecnológicos, de produtividade e criatividade de forma a responderem eficazmente ao novo meio. Impulsionar as vendas, potenciar a participação das comunidades online na criação de novos produtos ou novas ideias para o negócio, bem como, desenvolver uma política activa de acção ao nível do social media, são factores essenciais para uma estratégia de negócio online, quer seja B2C ou mesmo B2B.

Para os mais curiosos que queiram compreender melhor a essência do futuro dos negócios online, sugiro a leitura do livro "A Cauda Longa" do autor Chris Anderson. 

 

Youtube or not to be

Apesar de ter apenas 7 anos de idade, tornou-se o 3º site mais visitado do mundo. A cada minuto que passa, são enviados mais de 60 horas de vídeos e são vistos 4 mil milhões de vídeos diariamente, com 600 milhões de visualizações através de smartphone.

Lembro-me que quando o youtube foi lançado achei o conceito utópico: site baseado na partilha de vídeos dos utilizadores – e quem é que se vai dar ao trabalho de partilhar vídeos? Aquilo que era só para alguns, há poucos anos, agora resolve-se com um dedo e em qualquer local. Uma grande ideia antes do tempo é uma mentira. Como foi o caso da primeira rede social, no fim dos anos 90, quando as fotos tinham de ser enviadas por correio para serem digitalizadas, porque as imagens digitais ainda eram um sonho – não admira que mesmo após a bolha das dot.com a SixDegrees tenha sido comprada e faliu pouco tempos depois.  

O site de partilha de vídeos surgiu numa altura em que a largura de banda começou a aumentar, não só uma boa câmara de filmar passou a ser acessível, como passou a estar no bolso de todos ou incorporada em muitos outros dispositivos. O tempo mostrou que afinal tinha tudo para dar certo e a Google assinou por baixo.

Não basta ter uma boa presença no facebook, é preciso integrar com restantes canais de comunicação on-line e off-line. É obrigatório estar no Youtube!

Vamos alinhar aqui algumas dicas práticas, para lhe poupar tempo, de como pode melhorar a sua presença, aumentando assim visitas ao seu site e possivelmente melhores resultados na sua Estratégia de Marketing. Atenção, não espere resultados rápidos, mas sim muito trabalho, que sendo desenvolvido de forma consistente, poderá colher frutos, mais tarde ou mais cedo!

Personalizar canal youtube, é o primeiro passo

  • Escolha a disposição e tipo de canal, pode ver aqui um exemplo totalmente personalizado: 
  • Adicione descrição, redes sociais e endereços web pessoais e profissionais
  • Tire partido dos canais em destaque, onde pode promover parceiros, beneficiando ambos com isso, pois sempre que alguém o subscreve são apresentadas de seguida, sugestões para outras subscrições em destaque
  • Crie playlists (listas de reprodução) dos vídeos enviados de acordo com temas
  • Crie e carregue uma imagem de fundo personalizada para o canal
  • Defina também a sua imagem do canal (avatar), realçamos que pode usar imagens com extensão PNG, o que lhe permite usar transparência, que pode ter utilidade criativa e diferenciadora (tal como no twitter)
  • Defina um vídeo de arranque do canal, que pode ser algo a dar destaque temporário
  • É possível ganhar dinheiro, recebendo uma parte das receitas geradas com publicidade relacionadas com os seus vídeos, ficando também com funcionalidades adicionais no seu canal. Pena que em Portugal ainda não esteja disponível, para já. Mas pode ver mais informações aqui, caso resida noutro país: 

 Editor de vídeo online

  • Corte e separe vídeos directamente on-line no youtube. Particularmente interessante se tiver um vídeo de um evento, que apesar de durar 30 minutos ou 1 hora, pode mantê-lo e criar vários a partir deste, contendo títulos e palavras-chave distintas de modo a optimizar para pesquisa, tendo ainda a vantagem de poder interpretar as estatísticas que lhe vão dizer que parte da conferência gera mais interesse
  • Faça correcções rápidas de estabilização de imagem, cor, brilho e contraste. Para além disso pode ainda usar efeitos e juntar vários vídeos seus, dando origem a um novo.


Crie e edite vídeos

“Mas eu não sei criar e editar vídeo…”, é o pensamento que ainda pode permanecer na sua rede social de neurónios. Use o MS Power Point 2010 para converter uma apresentação que tenha, em vídeo HD720. Para isso basta que mude do formato 4:3 para 16:9 antes de fazer a apresentação. Elabore algo simples, sóbrio e criativo, converta depois em vídeo para ficar surpreendido com os resultados. Se pretender criar slideshows, juntar imagens, outros vídeos, música de fundo, narrações, títulos, legendas e outras funcionalidades essenciais, use o novo Windows Movie Maker 2011, que é uma versão realmente boa e gratuita, para quem não tem tempo a perder. Podem parecer sugestões amadoras, que na verdade são, mas com o seu bom gosto vai conseguir resultados que não imaginava serem possíveis em tão pouco tempo. Se quiser criar vídeos a sério, pode passar para o Avid Studio ou ao nível Hollywood com Adobe Premieire e After Effects.
Se tiver um vídeo sem qualidade, então temos uma solução: não o publique no youtube!
Envie apenas vídeos bons, tanto no seu conteúdo, como na visualização. Pelo menos em HD720, um bitrate de 6Mbits preferencialmente e som à altura.

O vídeo

Se decidir adicionar legendas ao vídeo, faz muito bem. Porque basta carregar o respectivo ficheiro de texto no idioma nativo, abrindo a possibilidade de ficar com tradução automática para uma infinidade de outras línguas, expandindo assim o mar de oportunidades de poder navegar até ao outro lado do mundo.

As Notas também podem ser usadas dentro de vídeos, permitindo criar, entre outras coisas, ligações entre vídeos e mais importante que isso, link directo para subscreverem o seu canal. Lembre-se que obter subscritores permite-lhe um crescimento mais rápido, pois eles vão ser notificados quando carregar um novo vídeo, aumentando assim a possibilidade de um crescimento exponencial.

Responda sempre a todos os comentários de todos os vídeos, só assim vai conseguir ter uma comunidade verdadeiramente ligada e atenta, atraindo mais atenção e relevância da web.

O Google Insights é uma ferramenta altamente recomendável, que serve para saber qual a procura sazonal de um produto, definição de nomes para domínios e empresas, publicidade, criação de artigos, e neste caso para dar nome a vídeos com base nos termos mais pesquisados.

Se quiser ir mais além, pesquise por vídeos relacionados com a sua área de interesse ou profissional, ordene pelo critério de vídeos mais vistos e clique naquele que esteja relacionado com algum que já tenha publicado. Utilize a funcionalidade “responder com vídeo”, escolha para resposta um vídeo realmente relevante, para que seja aprovado e ganhando assim visualizações extra através de uma larga audiência já conquistada.

Como regra de ouro, para além de atribuir um bom nome ao vídeo, tags e descrição, adicione  na descrição o link directo para mais informações relacionadas com o vídeo, sendo que apenas fica clicável se colocar o http:// antes do endereço. Uma pequena dica, mas que a maioria dos utilizadores e empresas desconhecem.

Website

Se possível crie um artigo no site, incorpore o vídeo (embed) e escreve meia dúzia de linhas relevantes. Depois coloque o URL desse artigo que acabou de publicar na descrição do vídeo, garantindo assim, aos olhos das aranhas do Google, que o vídeo é seu e o SEO (Search Engine Optimization) vai lhe trazer mais visitas. Pode também criar um vídeo que ajude a ilustrar o conteúdo do site, como é o caso do vídeo que está junto com este artigo.
Existem plugins para Wordpress e extensões para Joomla, muito interessantes, caso use um destes CMS. 

Algumas ideias do que pode publicar

  • Vídeo cómico, fora do comum, autêntico, partilha de conhecimento, emocional, etc
  • Conte histórias (por episódios)
  • Slideshow de um evento
  • Converta uma apresentação Power Point em vídeo
  • Um excerto de uma formação ou evento privado
  • Apresentação institucional
  • Promoção de um serviço ou produto
  • Apresentação ou ajuda de como usar um site ou software.

Integre no facebook

  • Partilhe vídeos com link na descrição, para que o efeito de rede aumente as visitas no seu site (partilhe também no twitter e likedin)
  • Integre o canal youtube dentro do facebook, através de uma aplicação num dos separadores
  • Apesar de enviar vídeos no facebook ser em alguns casos mais simples, carregue sempre no youtube, tem muitas vantagens em fazê-lo. Apesar de os vídeos do facebook terem outras vantagens face ao youtube (privacidade, miniaturas, visibilidade, duração, identificação, etc).

Estatísticas

As novas estatísticas estão muito poderosas. Ao estilo do Google Analytics, descubra dados valiosos através dos indicadores, que lhe fornecem informação para ajustar a sua estratégia de Vídeo Marketing.

Comece agora a trabalhar em vídeo, com a ajuda deste manual de primeiros passos: o Youtube Playbook

Sabia que agora já é possível inserir anúncios de publicidade dentro dos seus vídeos gratuitamente? Is a feature, not a bug!

Web Marketing - Parte II

Webmarketing_artigo 2

Blogues, Fóruns

Estes permitem que nós, ao colocarmos conteúdo este deve ser dar conhecimento e ouvir as opiniões de pessoas que nos visitam. Estes blogues devem ter artigos com menos de 500 palavras (podem existir excepções á regra) deve ser combinado com texto e imagem para ser agradável a vista das pessoas. Lembre-se que hoje em dia existe muito a chamada leitura em Z e temos de tentar captar a atenção de quem nos visita. É uma óptima forma de apresentar-nos e mostrar o que fazemos e que produtos e serviços podem ser de valor para o cliente e que nos diferencia da restante concorrência.

Redes Sociais

Com desenvolvimento da tecnologia na Internet, permitiu que o utilizador da Internet fica-se no centro da Web, desta forma podem produzir conteúdos e estabelecer uma comunicação em tempo real. Para que as empresas utilizem este meio é preciso verificar a sua necessidade, pois estes meios são mais adequados B2C do que a B2B, mas cada caso é um caso. Ter sempre em mente que tem de haver comunicação e permitir que as pessoas entrem nesta “conversa” Deve ter em conta que deve utilizar com algum tacto e estratégia. Como as redes sociais estão abertas e pretendem que assim fiquem, desta forma colocam-se também, outras questões tais como definir uma politica, para o uso de redes sociais por parte dos colaboradores, as grandes empresas mundiais, mas as PMEs também deverão ter em conta.
No fundo é mais uma forma de comunicação, só que desta vez podemos ouvir a VOZ do Cliente, ou, potencial cliente, resta pois salientar que outros meios de comunicação não o permitem.

Web Analytics

Depois de todas as campanhas e testes efectuados com usabilidade temos de efectuar de medir os resultados de forma a conseguir atingir os objectivos a que nos propomos.
Temos de responder a determinadas questões:
• Como chegam os nossos visitantes?
• Porquê?
• O que paginas tem mais e menos interesse.
• Quais os objectivos
• Que retorno tem para o seu negócio.
Esta análise vai-nos permitir saber o custo de aquisição de novos clientes e também a taxa de conversão das nossas campanhas. Se for uma campanha através do vosso blogue e a pessoa tiver lido através do leitor de Rss é necessário adicionar estes resultados aos nossos relatórios para poder analisar as fontes e os retornos respectivos.

Web Marketing ROI

Para as empresas é importante que esta medição, se faça embora, não seja fácil se a empresa não tem uma filosofia de eBusiness para medir também as conversões offline.
Vejamos algumas perguntas que a pessoa mais importante da empresa (PMIE):
• Qual a campanha que deu maior retorno?
• Qual o custo de aquisição de novos clientes?
• Qual o valor/numero de Cross-Selling e Up-Selling?
• Qual a eficácia no segmento seleccionado para campanha?
Na próxima vez irei abordar cada um destes tópicos conforme for oportuno.

 

 

Assinar este feed RSS