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Social Commerce

Nos últimos anos um conjunto de ferramentas da Web têm atraído utilizadores, consumidores, empresas e toda a sociedade em geral.

Este conjunto de ferramentas vulgarmente designadas por pertencerem à Web 2.0, facilita a colaboração entre utilizadores, a criação de recursos, a partilha de informação de uma forma bem mais completa e diferente dos Websites tradicionais. Referimo-nos a blogs, wikis, redes sociais, plataformas de partilha de conteúdos, entre outros.

Muitos dos serviços mais utilizados (ex.: YouTube, Google+, Live.com, Facebook, Wikipedia e Orkut) são muito recentes. Sabemos que nesta realidade estão envolvidos milhões de utilizadores, biliões de euros e um enorme impacto social, embora haja muito a descobrir sobre o modo como estas tecnologias estão a transformar o mundo.

No entanto, para que as novas tecnologias conquistem a confiança dos utilizadores, necessitam de ser seguras e os processos de negócio mais automáticos, rápidos e eficientes. A adopção do negócio e comércio electrónico tem gerado muitas questões sociais em todas as ramificações da Web.

Além dos utilizadores comuns e do sucesso das redes sociais, existem implicações no ramo empresarial, a chamada "empresa 2.0", o marketing colaborativo e as análises de negócio estão a revolucionar a forma como vemos a influência destas tecnologias no mundo. Enquanto isso, caminhamos para a Web "ao quadrado", a Internet das coisas, desta forma a comercialização de produtos e serviços ficará então no seu expoente máximo, ramificando-se a todos os elementos envolvidos numa compra electrónica.

Assistimos, atualmente, à revolução das redes sociais, especialmente, no fenómeno Facebook. Esta rede conta com mais de 900 milhões de utilizadores mensalmente activos e detém uma plataforma de desenvolvimento de aplicações que facilita a inclusão de software, como parte desta rede.

Foi com base no crescimento da assiduidade dos utilizadores com o comércio electrónico e com as redes sociais, que surge a oportunidade de juntar as vantagens das tecnologias emergentes, a viralidade das redes sociais e a comodidade do comércio electrónico.

Esta transformação tecnológica, a qual vulgarmente se chama "Social Commerce", é a próxima área tecnológica a "explodir", segundo Mark Zuckerberg. As compras on-line tornam-se assim mais confiáveis, amigáveis e mais confortáveis, quando são usadas as redes sociais para propiciar negócios.

As pessoas recomendam produtos aos amigos, procuram vendas no mapa, avaliam utilizadores e podem mesmo revender produtos de outros vendedores e ganhar automaticamente percentagens dessas vendas.

Além disto, este tipo de plataformas que misturam os conceitos de redes sociais com comércio eletrónico, permite que os utilizadores possam doar percentagens das suas vendas a instituições de caridade e que exportem facilmente as suas lojas para páginas de fãs ou qualquer website fora do Facebook.

Este é um paradigma que poderá incrementar um enorme potencial de vendas, quer seja a lojas que queiram vender os seus produtos on-line ou mesmo utilizadores que querem "livrar-se" de artigos que já não utilizam.

 

Artigo escrito por: Marco Barbosa

 

Será que o conteúdo é realmente o Rei?

O mundo digital é fértil em falácias e meias verdades que após muita repetição passam a ser tomadas como verdades inquestionáveis. A questão do conteúdo ser o Rei da internet é uma dessas meias verdades que foi espalhada por alguém que não percebe o carácter holístico da internet.

SEO, SEM, SMM deixa CFO´s baralhados!

Agradecendo desde já ao Marketing Portugal o convite que me foi endereçado para participar numa comunidade com enorme peso digital no nosso país, nas instituições portuguesas e de forma indirecta nas marcas nacionais é com enorme responsabilidade que assumo as minhas opiniões, que são fruto, mais da experiência do que dos livros. As minhas intervenções no Marketing Portugal terão todas a finalidade de proteger as marcas ao máximo, o seu activo mais importante, a sua propriedade intelectual e a sua competitividade nacional e internacional. Seja pela via jurídica, pela área comportamental da gestão ou por boas práticas, reconhecidas internacionalmente.  

Pois é, chegou a hora de alterarmos a forma como valorizamos as nossas pessoas e por consequência as nossas empresas,  e só afirmo isto, porque não conseguiremos sair deste "medo" exacerbado em que estamos devido à escassez de liquidez no sistema financeiro mundial, se não voltarmos às origens e olharmos "para dentro", para ver de facto o que andamos a fazer com o dinheiro das nossas empresas. Requisitos bons para, de uma vez por todas, olharmos com olhos de ver, para os activos de forma crítica, sabendo que cada decisão importa no futuro da marca, para o bem e para o mal.

A minha experiência internacional como desportista mostra-me claramente que o perigo da fraca competitividade internacional que temos não depende em quase nada da qualidade dos produtos e serviços produzidos pelas nossas empresas e profissionais. Depende quase sempre da forma ou formas como os valorizamos, os embelezamos, os cuidamos, os arrumamos, os comunicamos e os apresentamos aos consumidores ou aos investidores. Estamos culturalmente formatados para o exterior desde os tempos das descobertas de outros mundos, países e rotas e conseguimos ligar o mundo de formas impressionantes e não descritas em manuais de boas práticas. Abrimos caminhos e formas de chegar a sítios impensáveis. Contudo vendemos rápido, vendemos sem explorar e investir, sem re-investir nas actividades, porque temos estruturas accionistas que querem o dinheiro nos bolsos e não nos negócios. Poderia dar o exemplo do mar português, e de como temos tratado um dos nossos activos mais impressionantes.

O que valerá mais, dentro de uma empresa (qualquer que ela seja) - o seu domínio web? Ou o edifício no qual se encontra a sua sede? Esta pergunta, mesmo que tenha uma resposta clara dentro das vossas organizações, no balanço das mesmas pode não estar repercutida, por variadíssimas razões, entre as quais o know-how necessário para a valorização de activos intangíveis, onde se encontram as marcas, as patentes, os suportes tecnológicos ou o capital intelectual.

Gostaria de pegar nos conceitos de SEO - Search Engine Optimization, SEM - Search Engine Marketing, e Social Media Marketing, para tentar transmitir-vos o que penso em relação à protecção e valorização das marcas como activo estratégico, utilizando um meio (internet) para a sua avaliação, e comparabilidade segundo as mesmas fórmulas.  

Os 3 conceitos parecem ser um "bicho" muito intangível para alguns CFO's e decisores organizacionais (não me estando a referir às multi-nacionais, mas sim às PME's), e gostaria de deixar vincada a opinião de que o investimento mais complexo de todos é o social media marketing, o mais produtivo o Search Engine Optimization e o mais imediato e mensurável o Search Engine Marketing, sendo que a moda, as tendências e o poder do digital está a deixar muitas empresas à beira de um ataque de nervos porque pensam que qualquer pessoa dentro de um departamento de marketing tem conhecimentos suficientes, para implementar e desenvolver estratégias integradas de marketing digital utilizando meios disponíveis a todos a preços extremamente aliciantes. Atenção, não estou a dizer que os executivos não sabem o que é, mas sim a identificar uma dificuldade enorme em entenderem os investimentos necessários para se executarem bons projetos, e que em muitos casos são avultados para se conseguirem retornos interessantes. Por outro lado existe alguma dificuldade em identificar-se "a colagem" destas formas de comunicação aos seus modelos de negócio, mais tradicionais e experimentados.

E estou a dizer isto porque como também deverão reconhecer Financeiros e Marketers nunca tomaram muitos cafés juntos, pelo que, e passo a citar uma frase que marcou profundamente: "O Marketing é uma ciência do além", proferida por alguém com extremo conhecimento em matérias financeiras mas sem muita sensibilidade para a importância das outras áreas críticas de apoio à tomada de decisões empresariais, penso ser urgente perceber-se muito bem, que quando estamos a falar de algo que tenha a ver com marketing, que estamos perante qualquer forma de relacionamento entre uma organização e a sua envolvente, não menosprezando qualquer uma das centenas de definições que podemos ler para a palavra "Market-wing".

Por outro lado as tendência e as modas deverão somente influenciar a decisão de adopção de diferentes ou outros canais de comunicação, no caso de haver vantagens e ajustamentos mais fáceis ao modelo de negócio, haver formas de as avaliar objectivamente, haver capacidade instalada para a sua execução, monitorização, e desenvolvimentos que muitas vezes dependem de evoluções tecnológicas alheias.

Na imagem, apresentada por um estudo da McKinsey intitulado Demystifying social media podemos ver o ciclo de relacionamento entre a marca e o consumidor, pelo que é clara a vantagem decorrente do processo de aprendizagem e monitorização que os instrumentos sociais possibilitam. De acordo com o mesmo relatório, o Social Media é apresentado como muito mais do que uma forma de marketing pago e exige: uma clara "framework" que permite CEO's e outros executivos decidir acerca de investimentos IT, um plano para construir uma infra-estrutura de suporte, e um sistema de controlo de performance que ajude os executivos a escalarem na sua presença social. As empresas que tiverem estes 3 aspectos controlados, poderão criar "brand assets" suportados pelas características dos próprios canais ou ainda pela forma como os diversos intervenientes se relacionam. A experiência decorrente desta interacção pode fazer reposicionar uma marca de forma radical e baseado na evidência de um conjunto alargado de vontades que jamais foram levadas em linha de conta por parte de organizações "mais distantes" dos consumidores.

É minha opinião de que a maior vantagem da Web Social é a aceleração do processo de aprendizagem. O que é bom, mau e mais ou menos é brutalmente avaliado à velocidade da luz. E esse conhecimento pode ser transformado em vantagem competitiva para todos aqueles que estiverem disposto a investir na socialização.

Conclusão

Em jeito de conclusão gostaria de deixar claro que as 3 áreas aqui referidas e que conseguem albergar a maioria (se não todas) as vertentes do marketing digital, deverão ser vistas pela empresa em forma de pirâmide, na qual a sua base seria o SEO (propriedade da organização, uma vez que trabalha com o desenvolvimento e optimização de conteúdos próprios para indexarem facilmente aos motores de pesquisa, ao mesmo tempo que procura links de referência espalhados pela WEB), o SEM (como forma de canalização de entradas para determinada promoção, produto ou campanha publicitária) e o SMM (que estando no topo, e utilizado de forma profissional pode alavancar de forma exponencial o SEO, uma vez que a relevância social dos conteúdos é cada vez mais valorizadas pela fórmula de indexação da Google e restantes motores de pesquisa).  

SEO It´s all about localizing language content

Este artigo visa proporcionar uma perspectiva geral sobre os poblemas linguísticos que podem ocorrer aquando da implementação duma campanha internacional de Marketing Online. A optimização de uma campanha de marketing online poderá deparar-se com algumas barreiras linguísticas e/ou comportamentais. A nível das barreiras linguísticas vamos observar o caso de um vocábulo tão popular entre nós. Que vocábulo? A palavra saudade poderá ser uma verdadeira dor de cabeça. Imaginemos uma empresa que comercializa produtos típicos portugueses com o nome saudade. Após alguns anos no mercado, a suposta marca ganhou alguma notoriedade e lançou uma campanha internacional de marketing online. Os seus mercados-alvo são: Espanha, Inglaterra, México e Estados Unidos. As barreiras linguísticas vão ser o primeiro obstáculo na implementação da campanha. Para além disso, as barreiras comportamentais (ao nível da pesquisa) também serão um grande entrave. Abordando as barreiras que referi várias interrogações se colocam:

- Os possíveis consumidores dos produtos dos vários países irão pesquisar todos por “Saudade Products”? R: Julgo que em Inglaterra irão pesquisar por “Homesickness products”. Homesickness relaciona-se mais com nostalgia e não com saudade. Serão nostalgia e saudadeconceitos similares? Logo à partida o sucesso da campanha poderá estar gravemente comprometido. Os hábitos culturais são distintos, logo os hábitos de pesquisa também o serão. - A empresa pretenderá manter o nome “Produtos Saudade” ou modificá-lo para “Homesickness Products”? R: Várias questões se colocam a nível da própria identidade da marca. Ao adoptar uma nova designação, para conquistar um dado mercado e tráfico, poderá perder a sua própria essência e gerar uma grande dor de cabeça ao profissional que procede à optimização.

Definir palavras - chave de acordo com a língua do potencial cliente

Dentro do próprio país (mercado-alvo) poderão existir áreas em que a optimização/localização terá que ser feita com palavras-chave de acordo com a língua de cada possível consumidor. Exemplo: Na Catalunha, palavras-chave em Catalão e Espanhol poderão ter que coabitar. Caso não se opte por este método poderá o sítio da empresa perder muito tráfico. De Continente para Continente também poderão existir diferenças substanciais dentro do próprio idioma (como no caso do Inglês Americano vs. Inglês Britânico). Localizar um produto a nível das campanhas de publicidade online também se reveste de alguma complexidade. Contudo, a localização feita por um nativo será indubitavelmente mais fiável do ponto de vista linguístico/cultural e não causará danos irreparáveis na imagem de uma marca.

A solução..

A solução ideal (que não significa que seja perfeita) poderá ser em se ter uma equipa multinacional a trabalhar na gestão da campanha para o seu país de origem. Contudo, os inconvenientes em termos financeiros com os honorários poderão ser um grande problema para empresas financeiramente limitadas. Neste caso, interessa fazer o balanço e ver se o “gasto” compensa o possível e/ou real retorno do investimento. Recentemente, a empresa internacional “LionBridge” desenvolveu, segundo informação presente no seu sítio, um serviço inovador de localização de campanhas internacionais na internet. Uma breve descrição sobre o serviço poderá ser lida na seguinte hiperligação - International PPC Campaigns: How to Improve your Global Uplift Porque somos o que pesquisamos, na hora de lançar uma campanha internacional, devemos ter em conta todos estes detalhes. Bibliografia: http://blog.lionbridge.com/international-ppc/bid/52835/International-PPC-Campaigns-How-to-Improve-your-Global-Uplift [ data de acesso: 22 de Abril de 2011].

 

Artigo escrito por: João Miranda

SEO (Search Engine Optimization)

SEO (Search Engine Optimization), ou se quiserem optimização de motores de pesquisa serve para colocar o vosso site em posições relevantes aquando da pesquisa exemplo: GoogleYahooSapo ou outro.

 

PPC E SEO

SEO (Search Engine Optimization) é usado para múltiplas funções, desde comunicação da marca, posicionamento  na Web, mas penso que se deve considerar em termos empresariais como objectivos concretos do SEO (Search Engine Optimization):

  • Dar a conhecer o seu Web site
  • Trazer tráfego relevante para o seu Web site
  • Ter novas oportunidades de negócio para a sua empresa

Factores a ter em conta:

  • Conteúdo relevante
  • Idade do Domínio ( Web Site)
  • Alojamento do Domínio e Estrutura do URL
  • Bounce Rate (Taxa de Abandono)
  • Palavras-Chave relevantes para o seu negócio
  • Efectuar troca de links com fontes credíveis
  • Rapidez de carregamento das páginas
  • Publicar conteúdo e links nas Redes Sociais

Pensar e utilizar uma estratégia

Fórmula

  • (palavras-chave * 100) / nº de palavras = x %

Exemplo:

  • para a palavra SEO (9*100) / 567 = 1,58 %

Search Engine Optimization (SEO), ou em Português optimização de motores de pesquisa é muitas vezes feito ao nível do código da página html, ou outra do Web Site. Vou agora explicar algumas  definições importantes:

  • Primeiro o que são Meta Tags, são meta dados(dados dos dados), neste caso são interpretados pelo navegador, vulgo browser mas não são visíveis na sua apresentação.
  • Estes Meta Tags são usados pelos motores de pesquisa que indexam as páginas e fazem a sua categorização.
  • O “head” é o cabeçalho do documento e o Title é o título que deve conter uma palavra-chave relevante para  o seu Web Site - Negócio e não deve exceder os 70 caracteres.
  • Os subtítulos vão do mais importante h1 a h3

metatags 1

  • Na imagem 2 podemos ver como se faz

metatags 2

Recursos usados:

WorkShop – Starting SEO – Search Engine Optimization

Quem deve gerir as redes sociais da sua empresa?

 

Deverão as empresas fazer o outsourcing da gestão das suas redes sociais? Prós e contras de cada decisão..

Não é novidade para nós, profissionais de marketing, que há muito que o Facebook se tornou a rede social de eleição por grande parte do mundo.

Existem cerca de mil milhões de utilizadores ativos em todo o mundo, sendo esta a rede social mais popular na maioria dos países, como poderemos verificar na imagem abaixo demonstrada:

 

Quando as ferramentas de SEO e Google AdWords no son suficientes

O título do presente artigo poderá soar a uma mistura entre duas línguas feita de forma pouco criteriosa. Será mesmo? Desenganem-se, pois a escolha deste título não foi arbitrária e muito menos inocente.

As ferramentas de Optimização de Motores de Busca e a ferramenta de publicidade do Google poderão não ser suficientes para um profissional de Web Marketing dar maior visibilidade a um determinado sítio.

Que terão as nossas amadas professoras de inglês e “nuestros hermanos” a ver com as ferramentas de SEO e com o Google AdWords? A resposta é simples: o povo espanhol não é muito dotado no que à aprendizagem do inglês diz respeito. Este facto poderá dificultar a estruturação de uma campanha publicitária na Web, sobretudo, na definição das possíveis palavras que o internauta poderá usar para a procura/aquisição de um determinado bem ou serviço. Repare nos seguintes exemplos:

img 1_j miranda

- Um português ou um internauta de outra nacionalidade, que não espanhol ou de expressão hispânica, irá pesquisar: Whitney Houston.

 

- Um espanhol ou falante de expressão hispânica irá pesquisar: Guitni Jiuston.

img 2_j miranda

- Um português ou um internauta de outra nacionalidade, que não espanhol ou de expressão hispânica, irá pesquisar: Bruce Springsteen.

- Um espanhol ou falante de expressão hispânica irá pesquisar: Brus Esprinting.

Que deve fazer o “optimizador”? As estratégias para superar esta barreira linguística poderão não ser simples. O seguinte quadro aponta algumas possibilidades:

Estratégia

Possível Resultado

Se o produto/serviço visar algum mercado que fale espanhol, contemplar na campanha a pesquisa por este tipo de palavras.

A campanha publicitária não falhará e irá penetrar no mercado pretendido (segmentação).

Se o produto/serviço não visar nenhum mercado que fale espanhol, não contemplar na campanha a pesquisa por este tipo de palavras.

A campanha publicitária não falhará e a sua imagem continuará “intacta”.

Se a campanha publicitária visar os dois objectivos anteriores, deverão também incluir-se essas palavras-chave.

A campanha publicitária não falhará e a sua imagem continuará “intacta”.

Contratar um optimizador espanhol ou falante de castelhano.

A campanha publicitária correrá da melhor forma e a possível penetração nesse mercado “estará” assegurada.

A optimização de sítios, tendo em conta estes aspectos linguísticos tão peculiares, poderá ser uma profissão de futuro. Uma pergunta impõe-se: existe espaço, no mercado, para esta tipologia de serviço? O mercado encarregar-se-á de dar a resposta.

Uma campanha publicitária na Internet que não respeite a adaptação linguística necessária à sua boa prossecução, poderá ter as seguintes consequências:

img 3_j miranda

Penetrar num mercado de expressão hispânica nunca foi tão complicado. Se quer comercializar o seu produto através da Internet num país onde o espanhol seja língua materna não deixe que o “gugel” seja um obstáculo, mas sim uma mais-valia.

Referências:

http://cinemagia.files.wordpress.com/2009/09/whitney_houston.jpg [ data de acesso: 6 de Junho de 2010]

 

http://mm.zonamusica.com/%2FEspa%C3%B1ol%2FOcio%2FMusica%2FActualidad%2F32172/bruce.jpg [ data de acesso: 6 de Junho de 2010]

http://www.scribd.com/doc/25418215/Espanoles-Buscando-en [ data de acesso: 6 de Junho de 2010]

 

Artigo escrito por: João Miranda

 

 

 

QR Codes - Será que é desta que a moda pega?

Há muito que ouvimos falar dos Quick Response Code mais vulgarmente conhecidos por QR Codes. Durante anos, marketeers apostaram neste formato sem sucesso. Porquê? A maioria das vezes o consumidor olhava para aquele “quadrado” estranho sem saber o que ele era, o que este queria dizer ou o era suposto fazer com o mesmo.

Passados anos de tentativas “frustradas”, esta realidade está a ser alterada talvez em parte graças à massificação dos smartphones e Tablets PC. Hoje, vemos Códigos QR para onde quer que olhemos. Em produtos, anúncios, revistas, em todo o lado. A diferença em relação ao passado (não muito distante), é que finalmente vemos consumidores a apontarem o seu smartphone ou tablet para aquele outrora “quadrado” estranho e desconhecido na tentativa de descobrirem a informação que está lá contida. Seja a informação sob forma de endereço para determinado ficheiro onde o consumidor poderá fazer determinado download, ligação para determinado website ou campanha, cupão de desconto ou de qualquer outra forma de inúmeras possibilidades que os QR Codes atualmente nos proporcionam.

Os smartphones e Tablets PC vieram para ficar. Assim como o acesso às redes 3G ou mais recentemente às redes 4G. O acesso à internet através da plataforma mobile cresce de ano para ano a uma velocidade alucinante. Se aliarmos este crescimento ao crescimento do uso dos QR Codes e das possibilidades ilimitadas que este nos proporciona faz com que esta forma de comunicação se torne apetecível para a incluirmos em futuras campanhas de marketing.

Algumas dicas:

 O QR Code não tem de ser igual e chato como todos os outros que vemos. Crie QR Codes diferentes, em formatos diferentes e personalizados para captar a atenção do consumidor.

 Um dos grandes erros em campanhas com QR Codes é o facto do website para onde este nos encaminha não estar idealizada para a plataforma mobile. O website pode tornar-se lento e de difícil leitura fazendo com que o consumidor perca o interesse em explorar o mesmo.

 Não parta do princípio que todos saberão o que o que fazer com o QR Code. Apesar de os QR Codes estarem a crescer, 2/3 das pessoas ainda não sabe o que este significa. Se possível, faça um descritivo de como o usar ou insira um endereço onde o consumidor poderá tirar as todas as suas dúvidas sobre este tipo de código.

 Ok. Mesmo assim consumidor não sabe como o usar? Não faz mal. Não o faça sentir-se “menos inteligente” que os outros. Disponibilize o endereço do seu website, da campanha ou do do ficheiro para download do lado de fora do QR Code.

 Teste o código vezes e vezes sem conta. Um simples erro não será visível quando a campanha estiver no “papel” mas poderá ter resultados catastróficos caso este exista.

 Se a campanha for feita localmente, tenha em atenção se existe cobertura 3G ou Wi-Fi. Não vai querer usar um QR Code que não poderá ser usado devido a limitações como estas, pois não?

Nota: Os mais interessados poderão consultar este infográfico publicado no Marshable sobre o poder e crescimento do mobile marketing.

 

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