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As leis fundamentais de SEO

Nesta minha primeira contribuição decidi abordar as bases teóricas que fundamentam a teoria do SEO.

A WWW é composta por diversos ecosistemas de pesquisa (Google, Yahoo, Sistemas de busca interna de qualquer website). No conceito fundamental de ecosistema está o processo de produção, indexação e apresentação de determinados conteúdos em detrimento de outros. Um ecosistema de pesquisa opera em três perspectivas:

  • Produtores de conteúdos – Todos nós que escrevemos na web
  • Indexadores – Percorrem as páginas, lêem o texto, atribuem-lhe um valor de ranking
  • Pesquisadores – Interpretam os valores do ranking mediante factores de relevância intrínsecos

Cada perspectiva tem o seu próprio objectivo e as suas prioridades, cujos critérios de participação são determinados arbitrariamente.

1ª Lei do SEO

“Para cada ecosistema de pesquisa existem precisamente 3 conjuntos de critérios arbitrários que determinam o resultado final do processo ”

A independência de cada perspectiva implica a sua optimização própria. Seguem exemplos de como cada uma poderá praticar esta optimização:

  • Produtores de conteúdos: constante actualização de conteúdos
  • Indexadores: manipulando estruturas de ranking
  • Pesquisadores : alterando o algoritmo de análise à relevância

2ª Lei do SEO

“O resultado de qualquer função de pesquisa é determinado pela inseparável união das três perspectivas ”

Devido a isto não se pode ignorar nenhuma das perspectivas, podendo cada ecosistema atribuir-lhes diferentes importâncias mas não a exclusão.

3ª Lei do SEO

Os fundamentos da economia explicam que apenas podemos participar num ecosistema se existir um benefício tangível, um retorno do investimento (ROI).

O estado óptimo de um ecosistema acontece quando todas as 3 perspectivas alcançam os seus objectivos em pleno.

“Os ecosistemas de pesquisa devem tender para um estado óptimo ”

Neste processo apenas é possível de alcançar dois estados:

  • Acordo
  • Conflito

O acordo entre duas ou três perspectivas acontece quando todas as intervenientes alcançam em pleno todos os seus objectivos, bastando que uma não o consiga para se gerar um estado de conflito.

4ª Lei do SEO

“Um ecosistema de pesquisa transita entre diferentes estados para a eliminação de conflitos com base na negociação ”

Cabe a cada perspectiva resolver os seus conflitos, devendo para tal utilizar técnicas de negociação e não de imposição.
Ecosistemas de pesquisa e ecosistemas de pesquisa em tempo real
 

Hoje em dia a noção de pesquisa já não se limita a sistemas de indexação demorados e de sistemas de ranking. Ao olharmos a fundo para aplicações como o Twitter, podemos afirmar que o paradigma de pesquisa está em mudança.

A própria Google e outros ecosistemas estão agora a adaptar-se a estes concorrentes, aplicando filtros de 24 horas. O problema é o volume de páginas que conseguem ser interpretadas, com ranking atribuído e ainda que não estejam no índice suplementar por alguma injustiça algorítmica.

 

Artigo escrito por: José Leite

 

Analítica Digital e Search Engine Optimization qual a relação?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Analítica Digital permite medir e analisar se estamos a melhorar em termos de posicionamento nos motores de pesquisa. Hoje quando falamos em motores de pesquisa falamos no Google com o maior player desta área, assim como o Bing que também não devemos esquecer.

Recentemente a Google restringiu o acesso direto a palavras-chaves de utilizadores que têm o login efetuado no  Gmail , ou outro serviço desta  empresa, dado que estamos a usar uma ligação em segurança,   a solução é procurar no Google Webmaster tools quais as palavras que chegam ao nosso conteúdo e qual o posicionamento.

Usando o Google Analytics  que é de longe a ferramenta mais usada nos tempos de hoje, assim como o motor de pesquisa desta companhia.  Num artigo publicado no nosso blogue (2.) onde  falávamos de pesquisar em segurança, agora é um obstáculo, dado que esta informação não é fornecida a nenhuma ferramenta analítica. Poderemos pensar que é estratégico para esta empresa para impulsionar o investimento no Google Adwords.

O website de uma empresa é considerado como uma plataforma em que os canais digitais trazem  trafego e ganham relevância, como por exemplo Linkedin ou Facebook. Mas o posicionamento das palavras chave vulgo keywords é mais importante na conversão, quer seja , online e/ou offline porque o visitante está ativamente à procura de mais informação sobre um bem ou serviço, para tomar uma decisão informada.

O que é a conversão?

 Todas as ações que queremos que o visitante, fan, cliente, faça . Como exemplo  quando tornamos um visitante em subscritor de newsletter  que traz valor ao nosso ecossistema digital e por sua vez ao negocio.

Em resumo, quando alguém faz a pesquisa e clica no nosso link e conseguimos que  fique persuadido a tomar uma decisão que tenhamos predefinido, a isto chamamos conversão, aqui  a analítica vai-nos permitir medir a eficácia e permitir medir outras experiências de forma a verificar o resultado.

referencias:

  1. http://www.stateofsearch.com/google-holds-back-organic-keyword-data-in-analytics-lobotomising-the-marketer/
  2. http://blog.ittechbuz.com/2010/06/pesquisa-google-ssl-com-seguranca-em.html
  3. google zmot

 Gráficos retirados do Google Analytics e do site de comunicados de imprensa http://press2releaseweb.com

A magia das imagens

Quando saiu a notícia da compra do Instagram pelo Facebook muitos foram os que admiraram com os números que foram oferecidos por Mark Zuckerberg. Mas de 700 milhões de Euros foi a oferta da rede social para comprar o Instagram e juntar os fundadores da empresa à equipa de desenvolvimento do Facebook.

Preparando o futuro

Mark Zuckerberg e a sua equipa com esta compra preparam o futuro que todos sabemos que será mobile. A experiência de utilização do instagram em smartphones é incomparavelmente mais agradável que a experiência do Facebook.

A maior base de dados de fotografia

Neste momento o Facebook já é uma das maiores bases de dados de fotografia que alguma vez existiu. Com a aquisição do Instagram a base de dados crescerá a um ritmo alucinante.

Mas porque o Facebook pretende ter esta base de dados gigantsca?

Potencial de interacção gerado pelas imagens

As imagens têm um potencial a nível de comunicação brutal. A multiplicidade de leituras que uma imagem tem, dá a hipótese da mesma imagem ter (numa situação extrema)  uma interpretação por cada visualização e desse modo ter um potencial de gerar partilhas, comentários e gostos.

Mudanças na timeline

O Facebook apercebendo-se da importância das imagens na comunicação dos seus utilizadores, aprontou-se a fazer rectificações que dêem maior destaque à imagens. Desta forma introduziu e tornou obrigatória a timeline em que as imagens ganharam enorme destaque

Aproveitando o pior dos utilizadores

O sucesso do uso das imagens nas redes sociais em geral e no Facebook em particular nasce da leitura de hábitos dos utilizadores que o Facebook faz.

Com essa leitura o Facebook rapidamente chega à conclusão que os utilizadores da rede social são preguiçosos! Por ai se entende o sucesso das comunidades que partilham imagens, frases feitas e outras banalidades. Essas comunidades não estão a fazer mais do que a criar conteúdos para o público (preguiçoso) partilhar.

Claro que as empresas que têm estratégias correctas de comunicação digital também conhecem e aproveitam essa característica tão vincada nos utilizadores das redes sociais.

 

Concluindo podemos dizer que o sucesso das redes sociais vive das imagens e que estas podem fazer magia pela comunicação de uma empresa.

A importância da presença nos motores de busca (SEO e SEA)

Na hora de implementar uma estratégia de web marketing, o nosso posicionamento nos motores de busca é um dos pontos fulcrais a contemplar. Afinal, estudos recentes da Google Portugal demonstram que 92% dos portugueses utilizam os motores de busca para tomar decisões, o que os torna no local online por excelência para estar. Ao pensarmos quais as ferramentas a utilizar para nos posicionarmos nos motores de busca, uma das questões que se coloca é onde devemos aplicar mais esforço e investimento: SEO ou SEA? Antes de nos debruçarmos sobre as vantagens e desvantagens de cada um, há que fazer um pequeno conceito e enquadramento sobre os mesmos: SEO - Significa Search Engine Optimization / Optimização para motores de busca. SEA - Significa Search Engine Advertising / Publicidade nos motores de busca

Para aprofundarmos o conceito, utilizaremos o conhecido exemplo do Google: SEO - quando realizamos uma pesquisa, os resultados orgânicos que dela advém, devem-se a um bom SEO do website, ou seja, a forma como a estrutura interna de cada uma das páginas foi construída. Por exemplo, quando colocamos no Google a palavra “marketing”, o facto deste blog surgir em segundo lugar, deve-se a uma série de boas práticas de SEO - baseadas em factores internos e externos. Boas práticas de SEO Factores Internos - diz respeito à optimização do próprio website, em termos de conteúdo (que deve ser relevante) bem como uma série de afinações realizadas no código-fonte, nomeadamente: título do website, Tags, MetaTags, Keywords, entre outros. Factores Externos - diz respeito à forma como outros websites interagem com o nosso. É o caso da quantidade de links que apontam para o nosso website - podendo, aqui, incluir-se a divulgação em blogs e redes sociais. Uma correcta conjunção destas boas práticas, melhoram consideravelmente a visibilidade dos websites na Internet. É com base nestas boas práticas e utilizando um sistema de pontuação, que o Google classifica as páginas de internet - de 1 a 10 - naquilo que se designa por Page Rank. SEA - quando realizamos uma pesquisa, para além dos resultados orgânicos, existem outros que surgem e que se inserem dentro da categoria de publicidade online e que se designam por links patrocinados - é o caso dos anúncios criados através do Adwords. Criar um anúncio online com o Adwords é fácil, o verdadeiro desafio está em conseguir que esse anúncio corresponda aos objectivos estratégicos e produza os resultados esperados. Para isso, há que saber construi-lo de acordo com a classificação de anúncios instituída pelo Google (sumariamente, este valoriza os anúncios que estejam intimamente relacionados com a pesquisa que foi realizada). Mas, afinal, em que ferramenta deveremos aplicar mais esforço ou investimento? Para auxiliar a essa decisão, há que nomear as principais vantagens e desvantagens de cada uma: SEO

Vantagens Desvantagens
  • Excelente para divulgação a longo prazo
  • Os resultados da pesquisa orgânica despertam mais atenção sendo, pois, mais passíveis de serem clickados
  • Não implicam pagamentos mensais
  • Há muitos utilizadores-comuns adversos a links patrocinados, pelo que resultados derivados da pesquisa orgânica são mais credíveis
  Surgir na posição que se ambiciona pode demorar algum tempo   Não aconselhável para acções das quais se pretenda um retorno imediato, como promoções ou campanhas   Apesar de não existir necessidade de pagamentos directos, implica um investimento de tempo e um know-how específico

SEA

Vantagens Desvantagens
  • É imediato. Excelente para divulgação a curto prazo
  • Um utilizador mais informado sabe que através dos links patrocinados, poderá encontrar exactamente aquilo que procura
  • Total controlo sobre o que aparece no anúncio e possibilidade do texto ser alterado a qualquer momento
  Implica um investimento mensal   Desperta menos atenção por parte dos utilizadores - visualmente, o olhar recai mais sobre os resultados da pesquisa orgânica   Muitos utilizadores-comuns são adversos aos links patrocinados   Certas palavras-chaves já são muito utilizadas, implicando um investimento muito elevado

Deste modo, o esforço e investimento a aplicar em SEO ou SEA numa estratégia de web marketing, depende dos objectivos, timming e público-alvo para o qual se está a comunicar. O ideal é ter esses pontos definidos e, a partir daí, fazer uma conjugação sensata entre as duas ferramentas. Se criarmos uma promoção pontual para o Natal, em que tenhamos de obter resultados em pouco tempo, o maior investimento deverá ser em SEA. Se, por sua vez, quisermos aumentar a notoriedade da empresa/marca, criando conteúdo de relevância no website, a principal escolha será investir em SEO. Olhe para a sua empresa e marca. O que pretende comunicar?

FONTES: E-commarketing Show - palestra de Pedro Tavares Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/
 
 
Artigo escrito por: Paula Braz

A importância da imagem como factor de conversão

Já imaginaram um bom site de vendas online sem conteúdos de imagem? A imagem é o principal factor de proximidade do cliente com a realidade palpável. Num meio virtual como são os sites de vendas online, esse factor é fundamental para o aumento da confiança do consumidor na sua empresa, site e produto. A importância da imagem VS texto em SEO

A importância do conteúdo de texto é por demais realçada por todos os experts em SEO. Ninguém coloca em causa esse facto. O que acontece muitas vezes, é que os experts em SEO preocupam-se tanto em optimizar o site para os motores de pesquisa, que acabam por se esquecer que os sites são feitos para os utilizadores humanos visitarem, interagirem e comprarem. De que nos serve ter um site colocado nas primeiras posições dos motores de pesquisa, se os utilizadores quando o visitam não compram nada? As imagens, para além de poderem ser uma óptima técnica de SEO, são a ligação entre o mundo virtual, que é a internet, e o mundo real dos utilizadores. Uma imagem vale por 1000 palavras Uma imagem transmite mais verdade que milhares de palavras escritas em excelente português. Desde sempre o ser humano acreditou mais no que vê do que no que lê. A velha máxima, que diz que “uma imagem vale por 1000 palavras”, continua válida e tem especial força nos sites de vendas online. Para além da veracidade transmitida pela imagem, o designer pode trabalhar a cor e a forma desta, adequando o site ao público-alvo a que se destina. Desta forma, a ligação existente entre o cliente e o seu site sairá reforçada. A consequência do reforço desta ligação, será uma maior interacçãoentre ambos, que servirá como entidade facilitadora do aumento de transacções.

 

Vantagens do uso de imagens em sites comerciais Das diversas vantagens que existem em usarmos imagens num site comercial, destaco as seguintes: - Informação adicional. Ao utilizar uma imagem para ilustrar um artigo, estará a detalhar a informação de forma precisa. Quando falo de imagens podem ser fotografias, gráficos, infografias e demais imagens que fornecem informação adicional relevante. - Reforço da ideia. Se o seu site vende um artigo com argumentos únicos, que todos os utilizadores deverão comprar, não basta dize-lo, tem de reforçar a ideia da genialidade do seu produto na mente do utilizador. Para isso nada melhor que usar uma boa imagem do produto que passe os valores que o seu produto tem e o utilizador procura. - Estética Um site cheio de texto é óptimo para os robôs dos motores de pesquisa, mas é péssimo para os utilizadores. Uma imagem dá um ar mais agradável a um conteúdo de texto, que até pode ser chato! Exemplo de utilização de imagens num site comercial Uma das melhores formas de sabermos quais as boas práticas do uso de imagens em sites comerciaisé a análise de alguns dos sites de referência na área. Porque é que um site de vendas online, como o site da FNAC, tem cerca de 80% dos seus conteúdos em imagem? Os produtos que estão à venda são expostos com imagens apelativas. As promoções e destaques utilizam imagens fortes que incitam à acção.

Conclusão O conteúdo texto direcciona o público-alvo para o seu site. O conteúdo imagem ajuda a converter os visitantes em compradores. Numa correcta estratégia, ambos os conteúdos devem ser trabalhados para que o site tenha o máximo de visitantes qualificados e a taxa de conversão seja elevada. Nota final: Lembre-se sempre que quem faz compras no seu site, são os seus clientes e não os motores de busca!

A desmistificação do conceito de SEO

SEO significa Search Engine Optimization e refere-se ao trabalho de programação e optimização requerido em qualquer tecnologia web que permite a correcta indexação de conteúdos aos  motores de busca utilizados pelos usuários da Internet. Muitos profissionais ligados ao mundo web continuam a querer vender os seus serviços querendo fazer acreditar ao público em geral e aos seus potenciais clientes que a fórmula de indexação da Google por exemplo, é algo extremamente complexo, capaz de deixar qualquer um confuso em relação a que critérios têm mais peso na hora de elaborarmos um bom plano de marketing digital e qual a preocupação que devemos ter com este "bicho" chamado SEO.

O meu objectivo pessoal ao escrever este artigo é o demonstrar que com ferramentas muito simples se podem conseguir excelentes resultados, com base em 3 variáveis que afectam a forma de indexação de todos os motores de busca e principalmente da Google. Essas 3 variáveis são: conteúdo (texto de qualidade, palavras-chave, domínio, meta-tags, etc), Links (inbound (domínios que direccionam ao nosso), outbound (dominios que são direccionados a partir do nosso, número de links e sua qualidade) e actividade (visitas, RSS, comentários, updates, etc) Se tivermos estas 3 áreas em consideração e utilizando uma série de aplicações gratuítas podemos fazer um grande trabalho. A Google tem vindo a alterar sucessivamente a fórmula, mas actualmente parece unânime que a actividade e a influência do domínio em causa é e será decisivo na forma como o motor funciona e funcionará no futuro mais próximo. As aplicações Analytics, Adwords e Adsense criadas pela Google mostram-nos através de repetidas experiências que o posicionamento orgânico ou natural ganha maior preponderância quando comparado com outras formas de entrada de visitantes a determinada página web. O PPC (Pay Per Click) ou publicidade paga em motores de busca está a perder cada vez mais adeptos, uma vez que parece claro que a maioria dos clicks se verificam nos domínios que indexam nos resultados naturais 89,47%. No que se refere ao retorno da publicidade online estamos já a verificar maior retorno ao nível das redes sociais utilizando sistemas e mecanismos de funcionamento mais atractivos para quem deseja publicitar (possibilita a criação de filtros e definição de targets muito mais específicos). Por outro lado parece-me importante referir que o conceito SEO se pode aplicar a qualquer Web que tenha um motor de busca interno. Ao dia de hoje, quase todas as tecnologias WEB (suportes de conteúdo) possuem um motor de busca interno, para que o usuário possa procurar dentro de determinada página a informação que deseja. Um exemplo por todos conhecidos é o Facebook ou qualquer rede social. As buscas nas redes sociais têm sofrido um aumento significativo nos últimos anos. A forma como o Facebook indexa os nossos perfis, os grupos, as páginas de empresa também depende da optimização desses perfis ou páginas criadas. Mas como posso eu entender um pouco mais destes conceitos sem ter nenhuma formação tecnológica? Siga os melhores e torne-se um deles: SEO - Mike Volp, Rein Deiss The Golden Trio Linkedin - Rui Pedro Caramez, Mike O'Neil, Nathan Kievman Facebbok - Dan Zarella, SalesForce Twitter - Sean Malarky, Biz Stone, Guy Kawasaki

A crise e o meio online como oportunidade de mudança

Atualmente, a internet caracteriza-se por um ambiente capaz de afectar o marketing de qualquer organização, com ou sem fins lucrativos.

Qualquer que seja a área de atividade em questão, um número considerável de consumidores interage diariamente através da web com a instituições e marcas.

A interação a partir deste meio tem-se revelado nos últimos três anos de maior significado, quando comparada com outros meios de comunicação, dando indícios às empresas de que uma estratégia online deve ser considerada inquestionável no planeamento de marketing.

O ambiente web tem afectado as estratégias de marketing das organizações ao nível do marketing interno e externo, dando poder ao utilizador para ser parte integrante de qualquer decisão que a empresa assume.

Com o desenvolvimento da web, inicialmente onde toda a informação era controlada e fluía de dentro para fora da organização, passando pela actual WEB 2.0, que permite aos utilizadores e empresas interagirem no meio de igual forma, ou pelo menos a acederam às mesmas ferramentas, mudou radicalmente a dinâmica com que a sociedade interage, comunica e impõe os seus valores.

No contexto em que vivemos de constantes mutações no meio online e offline, abandonámos já era da web da reação para passarmos à web da participação. Evoluímos da web das páginas estáticas para a web das plataformas, onde os utilizadores criam e desenvolvem relações por meio de vídeos, podcasts, blogs e redes sociais, entre outros.

Este novo paradigma da web move-se por um consumo constante de conteúdos, que por sua vez, desencadeia através de um processo natural de reação dos utilizadores, a livre produção e partilha de novos conteúdos no meio.

Entramos numa era em que todos podem conquistar os seus objetivos (pessoais e profissionais) através dos pixéis do desktop. O utilizador gerador de conteúdo, inspirado no mundo que o rodeia, um mundo à escala global que funciona, cada vez mais, com uma ténue barreira entre o real e o virtual.

Já não são apenas as marcas e organizações que têm poder para ditar tendências e influenciar o meio. Muito pelo contrario.

Qualquer utilizador, tem agora a capacidade e o poder de transmitir mensagens com intensidade igual ou superior, já que o ambiente digital permite potenciar a obtenção de informação genuína e transparente.

Neste sentido, é importante as organizações perceberem como o meio online tem transformado os negócios e as economias. É importante interiorizarem que esta realidade não é só para algumas, mas sim para todas as dimensões de negócio. Cabe aos gestores entenderem que, devido à velocidade, transformação e ligação da informação, não podem adoptar uma atitude de constante “esperar para ver”, no que respeita às estratégias de marketing e criação de novos modelos de negocio com base online.

É de plena consciência a afirmação, que o atual momento de crise económica e social deve ser encarado como uma oportunidade.

Só através desta atitude as instituições serão capazes de capitalizar na economia digital, quer por força do desenvolvimento de novas oportunidades de negócio, bem como, investindo em diferentes estratégias de ação.

Está na hora de compreender e desmistificar os mitos criados em torno deste meio. Só desta forma as organizações conseguirão perceber que a realidade dos negócios é indissociável do mundo online.

9 em 10 Marketers não conhece a Regra 60/30/10


Das diversas tarefas que um marketer tem no desenvolvimento de um web site, a escolha ou aprovação de uma palete de cores a ser utilizada é uma das mais importantes e que muitas vezes acaba por ser decidida com base no gosto pessoal (”gosto mais desta cor”, “acho que assim fica mais bonito”, etc…). 

Felizmente existem regras que permitem aos marketers tomar uma decisão fundamentada e encaminhar os designers no projeto.

Infelizmente a maioria dos marketers (segundo inquérito online 9 em 10) não conhece estas regras e continua a tomar decisões com base no “acho que…”

 

PORQUE DEVO CONHECER A REGRA 60\30\10?

A regra 60\30\10 permite definir um esquema de cores que funciona na perfeição em qualquer site. O conhecimentos desta regra por parte dos marketers permite-lhes orientar os designers na criação de layouts para site que sejam mais apelativos, reflitam os valores da empresa e convertam em melhores resultados.

A REGRA DE COMBINAÇÃO DE CORES 60\30\10 FUNCIONA SEMPRE?

A verdade é que estando a falar de design, nenhuma regra de escolha de cores é completamente infalível. O design também tem a ver com o gosto pessoal e ai é impossível haver regra.

Mas na parte científica do design (sim o design é uma disciplina que tem regras e valores científicos) existem regras que permitem aos designers criar layouts de sites que funcionem melhor e que vão de encontro ao que os marketers pretendem do site. Uma das principais regras e também das mais desconhecidas por parte dos marketers é a regra 60\30\10 que permite escolher uma palete de cores que dará um aspeto unificado ao seu site.

Trabalhando com um designer que tem conhecimento da teoria da cor, a regra 60\30\10 funciona a 100%.

A REGRA 60\30\10 APLICA-SE APENAS AO WEB DESIGN?

Não! A regra60\30\10 é uma regra “universal “do design e é aplicada em design gráfico, design de interiores, design de moda, etc…

COMO APLICA A REGRA 60\30\10?

A regra 60\30\10 estabelece que utilizando 3 cores em percentagens diferentes (60%, 30% e 10%) conseguimos criar harmonias cromáticas perfeitas.

A cor que escolhermos como cor principal do projeto deve ser usada em 60% do espaço do layout. A utilização massiva desta cor criar um tom unificador em todo o projeto. 30% do layout devem ser usados com a cor complementar à cor principal de forma a criar um efeito de contraste com a cor primária. Os restantes 10% serão utilizados com uma cor complementar à cor usada nos 60% ou nos 30%. Esta cor deve ser usada por exemplo em apelativos botões Call to Action.

ENTÃO SÓ USO ESTAS 3 CORES?

A regra 60\30\10, apenas serve para definir as percentagens de uso das principais cores no site, depois pode e deve usar outras cores análogas para criar uma maior variedade cromática, ritmo e dinâmica ao seu projeto web.

 

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