AUTENTICAR

SEO, SEM, SMM deixa CFO´s baralhados!

Agradecendo desde já ao Marketing Portugal o convite que me foi endereçado para participar numa comunidade com enorme peso digital no nosso país, nas instituições portuguesas e de forma indirecta nas marcas nacionais é com enorme responsabilidade que assumo as minhas opiniões, que são fruto, mais da experiência do que dos livros. As minhas intervenções no Marketing Portugal terão todas a finalidade de proteger as marcas ao máximo, o seu activo mais importante, a sua propriedade intelectual e a sua competitividade nacional e internacional. Seja pela via jurídica, pela área comportamental da gestão ou por boas práticas, reconhecidas internacionalmente.  

Pois é, chegou a hora de alterarmos a forma como valorizamos as nossas pessoas e por consequência as nossas empresas,  e só afirmo isto, porque não conseguiremos sair deste "medo" exacerbado em que estamos devido à escassez de liquidez no sistema financeiro mundial, se não voltarmos às origens e olharmos "para dentro", para ver de facto o que andamos a fazer com o dinheiro das nossas empresas. Requisitos bons para, de uma vez por todas, olharmos com olhos de ver, para os activos de forma crítica, sabendo que cada decisão importa no futuro da marca, para o bem e para o mal.

A minha experiência internacional como desportista mostra-me claramente que o perigo da fraca competitividade internacional que temos não depende em quase nada da qualidade dos produtos e serviços produzidos pelas nossas empresas e profissionais. Depende quase sempre da forma ou formas como os valorizamos, os embelezamos, os cuidamos, os arrumamos, os comunicamos e os apresentamos aos consumidores ou aos investidores. Estamos culturalmente formatados para o exterior desde os tempos das descobertas de outros mundos, países e rotas e conseguimos ligar o mundo de formas impressionantes e não descritas em manuais de boas práticas. Abrimos caminhos e formas de chegar a sítios impensáveis. Contudo vendemos rápido, vendemos sem explorar e investir, sem re-investir nas actividades, porque temos estruturas accionistas que querem o dinheiro nos bolsos e não nos negócios. Poderia dar o exemplo do mar português, e de como temos tratado um dos nossos activos mais impressionantes.

O que valerá mais, dentro de uma empresa (qualquer que ela seja) - o seu domínio web? Ou o edifício no qual se encontra a sua sede? Esta pergunta, mesmo que tenha uma resposta clara dentro das vossas organizações, no balanço das mesmas pode não estar repercutida, por variadíssimas razões, entre as quais o know-how necessário para a valorização de activos intangíveis, onde se encontram as marcas, as patentes, os suportes tecnológicos ou o capital intelectual.

Gostaria de pegar nos conceitos de SEO - Search Engine Optimization, SEM - Search Engine Marketing, e Social Media Marketing, para tentar transmitir-vos o que penso em relação à protecção e valorização das marcas como activo estratégico, utilizando um meio (internet) para a sua avaliação, e comparabilidade segundo as mesmas fórmulas.  

Os 3 conceitos parecem ser um "bicho" muito intangível para alguns CFO's e decisores organizacionais (não me estando a referir às multi-nacionais, mas sim às PME's), e gostaria de deixar vincada a opinião de que o investimento mais complexo de todos é o social media marketing, o mais produtivo o Search Engine Optimization e o mais imediato e mensurável o Search Engine Marketing, sendo que a moda, as tendências e o poder do digital está a deixar muitas empresas à beira de um ataque de nervos porque pensam que qualquer pessoa dentro de um departamento de marketing tem conhecimentos suficientes, para implementar e desenvolver estratégias integradas de marketing digital utilizando meios disponíveis a todos a preços extremamente aliciantes. Atenção, não estou a dizer que os executivos não sabem o que é, mas sim a identificar uma dificuldade enorme em entenderem os investimentos necessários para se executarem bons projetos, e que em muitos casos são avultados para se conseguirem retornos interessantes. Por outro lado existe alguma dificuldade em identificar-se "a colagem" destas formas de comunicação aos seus modelos de negócio, mais tradicionais e experimentados.

E estou a dizer isto porque como também deverão reconhecer Financeiros e Marketers nunca tomaram muitos cafés juntos, pelo que, e passo a citar uma frase que marcou profundamente: "O Marketing é uma ciência do além", proferida por alguém com extremo conhecimento em matérias financeiras mas sem muita sensibilidade para a importância das outras áreas críticas de apoio à tomada de decisões empresariais, penso ser urgente perceber-se muito bem, que quando estamos a falar de algo que tenha a ver com marketing, que estamos perante qualquer forma de relacionamento entre uma organização e a sua envolvente, não menosprezando qualquer uma das centenas de definições que podemos ler para a palavra "Market-wing".

Por outro lado as tendência e as modas deverão somente influenciar a decisão de adopção de diferentes ou outros canais de comunicação, no caso de haver vantagens e ajustamentos mais fáceis ao modelo de negócio, haver formas de as avaliar objectivamente, haver capacidade instalada para a sua execução, monitorização, e desenvolvimentos que muitas vezes dependem de evoluções tecnológicas alheias.

Na imagem, apresentada por um estudo da McKinsey intitulado Demystifying social media podemos ver o ciclo de relacionamento entre a marca e o consumidor, pelo que é clara a vantagem decorrente do processo de aprendizagem e monitorização que os instrumentos sociais possibilitam. De acordo com o mesmo relatório, o Social Media é apresentado como muito mais do que uma forma de marketing pago e exige: uma clara "framework" que permite CEO's e outros executivos decidir acerca de investimentos IT, um plano para construir uma infra-estrutura de suporte, e um sistema de controlo de performance que ajude os executivos a escalarem na sua presença social. As empresas que tiverem estes 3 aspectos controlados, poderão criar "brand assets" suportados pelas características dos próprios canais ou ainda pela forma como os diversos intervenientes se relacionam. A experiência decorrente desta interacção pode fazer reposicionar uma marca de forma radical e baseado na evidência de um conjunto alargado de vontades que jamais foram levadas em linha de conta por parte de organizações "mais distantes" dos consumidores.

É minha opinião de que a maior vantagem da Web Social é a aceleração do processo de aprendizagem. O que é bom, mau e mais ou menos é brutalmente avaliado à velocidade da luz. E esse conhecimento pode ser transformado em vantagem competitiva para todos aqueles que estiverem disposto a investir na socialização.

Conclusão

Em jeito de conclusão gostaria de deixar claro que as 3 áreas aqui referidas e que conseguem albergar a maioria (se não todas) as vertentes do marketing digital, deverão ser vistas pela empresa em forma de pirâmide, na qual a sua base seria o SEO (propriedade da organização, uma vez que trabalha com o desenvolvimento e optimização de conteúdos próprios para indexarem facilmente aos motores de pesquisa, ao mesmo tempo que procura links de referência espalhados pela WEB), o SEM (como forma de canalização de entradas para determinada promoção, produto ou campanha publicitária) e o SMM (que estando no topo, e utilizado de forma profissional pode alavancar de forma exponencial o SEO, uma vez que a relevância social dos conteúdos é cada vez mais valorizadas pela fórmula de indexação da Google e restantes motores de pesquisa).  

SEO It´s all about localizing language content

Este artigo visa proporcionar uma perspectiva geral sobre os poblemas linguísticos que podem ocorrer aquando da implementação duma campanha internacional de Marketing Online. A optimização de uma campanha de marketing online poderá deparar-se com algumas barreiras linguísticas e/ou comportamentais. A nível das barreiras linguísticas vamos observar o caso de um vocábulo tão popular entre nós. Que vocábulo? A palavra saudade poderá ser uma verdadeira dor de cabeça. Imaginemos uma empresa que comercializa produtos típicos portugueses com o nome saudade. Após alguns anos no mercado, a suposta marca ganhou alguma notoriedade e lançou uma campanha internacional de marketing online. Os seus mercados-alvo são: Espanha, Inglaterra, México e Estados Unidos. As barreiras linguísticas vão ser o primeiro obstáculo na implementação da campanha. Para além disso, as barreiras comportamentais (ao nível da pesquisa) também serão um grande entrave. Abordando as barreiras que referi várias interrogações se colocam:

- Os possíveis consumidores dos produtos dos vários países irão pesquisar todos por “Saudade Products”? R: Julgo que em Inglaterra irão pesquisar por “Homesickness products”. Homesickness relaciona-se mais com nostalgia e não com saudade. Serão nostalgia e saudadeconceitos similares? Logo à partida o sucesso da campanha poderá estar gravemente comprometido. Os hábitos culturais são distintos, logo os hábitos de pesquisa também o serão. - A empresa pretenderá manter o nome “Produtos Saudade” ou modificá-lo para “Homesickness Products”? R: Várias questões se colocam a nível da própria identidade da marca. Ao adoptar uma nova designação, para conquistar um dado mercado e tráfico, poderá perder a sua própria essência e gerar uma grande dor de cabeça ao profissional que procede à optimização.

Definir palavras - chave de acordo com a língua do potencial cliente

Dentro do próprio país (mercado-alvo) poderão existir áreas em que a optimização/localização terá que ser feita com palavras-chave de acordo com a língua de cada possível consumidor. Exemplo: Na Catalunha, palavras-chave em Catalão e Espanhol poderão ter que coabitar. Caso não se opte por este método poderá o sítio da empresa perder muito tráfico. De Continente para Continente também poderão existir diferenças substanciais dentro do próprio idioma (como no caso do Inglês Americano vs. Inglês Britânico). Localizar um produto a nível das campanhas de publicidade online também se reveste de alguma complexidade. Contudo, a localização feita por um nativo será indubitavelmente mais fiável do ponto de vista linguístico/cultural e não causará danos irreparáveis na imagem de uma marca.

A solução..

A solução ideal (que não significa que seja perfeita) poderá ser em se ter uma equipa multinacional a trabalhar na gestão da campanha para o seu país de origem. Contudo, os inconvenientes em termos financeiros com os honorários poderão ser um grande problema para empresas financeiramente limitadas. Neste caso, interessa fazer o balanço e ver se o “gasto” compensa o possível e/ou real retorno do investimento. Recentemente, a empresa internacional “LionBridge” desenvolveu, segundo informação presente no seu sítio, um serviço inovador de localização de campanhas internacionais na internet. Uma breve descrição sobre o serviço poderá ser lida na seguinte hiperligação - International PPC Campaigns: How to Improve your Global Uplift Porque somos o que pesquisamos, na hora de lançar uma campanha internacional, devemos ter em conta todos estes detalhes. Bibliografia: http://blog.lionbridge.com/international-ppc/bid/52835/International-PPC-Campaigns-How-to-Improve-your-Global-Uplift [ data de acesso: 22 de Abril de 2011].

 

Artigo escrito por: João Miranda

SEO (Search Engine Optimization)

SEO (Search Engine Optimization), ou se quiserem optimização de motores de pesquisa serve para colocar o vosso site em posições relevantes aquando da pesquisa exemplo: GoogleYahooSapo ou outro.

 

PPC E SEO

SEO (Search Engine Optimization) é usado para múltiplas funções, desde comunicação da marca, posicionamento  na Web, mas penso que se deve considerar em termos empresariais como objectivos concretos do SEO (Search Engine Optimization):

  • Dar a conhecer o seu Web site
  • Trazer tráfego relevante para o seu Web site
  • Ter novas oportunidades de negócio para a sua empresa

Factores a ter em conta:

  • Conteúdo relevante
  • Idade do Domínio ( Web Site)
  • Alojamento do Domínio e Estrutura do URL
  • Bounce Rate (Taxa de Abandono)
  • Palavras-Chave relevantes para o seu negócio
  • Efectuar troca de links com fontes credíveis
  • Rapidez de carregamento das páginas
  • Publicar conteúdo e links nas Redes Sociais

Pensar e utilizar uma estratégia

Fórmula

  • (palavras-chave * 100) / nº de palavras = x %

Exemplo:

  • para a palavra SEO (9*100) / 567 = 1,58 %

Search Engine Optimization (SEO), ou em Português optimização de motores de pesquisa é muitas vezes feito ao nível do código da página html, ou outra do Web Site. Vou agora explicar algumas  definições importantes:

  • Primeiro o que são Meta Tags, são meta dados(dados dos dados), neste caso são interpretados pelo navegador, vulgo browser mas não são visíveis na sua apresentação.
  • Estes Meta Tags são usados pelos motores de pesquisa que indexam as páginas e fazem a sua categorização.
  • O “head” é o cabeçalho do documento e o Title é o título que deve conter uma palavra-chave relevante para  o seu Web Site - Negócio e não deve exceder os 70 caracteres.
  • Os subtítulos vão do mais importante h1 a h3

metatags 1

  • Na imagem 2 podemos ver como se faz

metatags 2

Recursos usados:

WorkShop – Starting SEO – Search Engine Optimization

Quando as ferramentas de SEO e Google AdWords no son suficientes

O título do presente artigo poderá soar a uma mistura entre duas línguas feita de forma pouco criteriosa. Será mesmo? Desenganem-se, pois a escolha deste título não foi arbitrária e muito menos inocente.

As ferramentas de Optimização de Motores de Busca e a ferramenta de publicidade do Google poderão não ser suficientes para um profissional de Web Marketing dar maior visibilidade a um determinado sítio.

Que terão as nossas amadas professoras de inglês e “nuestros hermanos” a ver com as ferramentas de SEO e com o Google AdWords? A resposta é simples: o povo espanhol não é muito dotado no que à aprendizagem do inglês diz respeito. Este facto poderá dificultar a estruturação de uma campanha publicitária na Web, sobretudo, na definição das possíveis palavras que o internauta poderá usar para a procura/aquisição de um determinado bem ou serviço. Repare nos seguintes exemplos:

img 1_j miranda

- Um português ou um internauta de outra nacionalidade, que não espanhol ou de expressão hispânica, irá pesquisar: Whitney Houston.

 

- Um espanhol ou falante de expressão hispânica irá pesquisar: Guitni Jiuston.

img 2_j miranda

- Um português ou um internauta de outra nacionalidade, que não espanhol ou de expressão hispânica, irá pesquisar: Bruce Springsteen.

- Um espanhol ou falante de expressão hispânica irá pesquisar: Brus Esprinting.

Que deve fazer o “optimizador”? As estratégias para superar esta barreira linguística poderão não ser simples. O seguinte quadro aponta algumas possibilidades:

Estratégia

Possível Resultado

Se o produto/serviço visar algum mercado que fale espanhol, contemplar na campanha a pesquisa por este tipo de palavras.

A campanha publicitária não falhará e irá penetrar no mercado pretendido (segmentação).

Se o produto/serviço não visar nenhum mercado que fale espanhol, não contemplar na campanha a pesquisa por este tipo de palavras.

A campanha publicitária não falhará e a sua imagem continuará “intacta”.

Se a campanha publicitária visar os dois objectivos anteriores, deverão também incluir-se essas palavras-chave.

A campanha publicitária não falhará e a sua imagem continuará “intacta”.

Contratar um optimizador espanhol ou falante de castelhano.

A campanha publicitária correrá da melhor forma e a possível penetração nesse mercado “estará” assegurada.

A optimização de sítios, tendo em conta estes aspectos linguísticos tão peculiares, poderá ser uma profissão de futuro. Uma pergunta impõe-se: existe espaço, no mercado, para esta tipologia de serviço? O mercado encarregar-se-á de dar a resposta.

Uma campanha publicitária na Internet que não respeite a adaptação linguística necessária à sua boa prossecução, poderá ter as seguintes consequências:

img 3_j miranda

Penetrar num mercado de expressão hispânica nunca foi tão complicado. Se quer comercializar o seu produto através da Internet num país onde o espanhol seja língua materna não deixe que o “gugel” seja um obstáculo, mas sim uma mais-valia.

Referências:

http://cinemagia.files.wordpress.com/2009/09/whitney_houston.jpg [ data de acesso: 6 de Junho de 2010]

 

http://mm.zonamusica.com/%2FEspa%C3%B1ol%2FOcio%2FMusica%2FActualidad%2F32172/bruce.jpg [ data de acesso: 6 de Junho de 2010]

http://www.scribd.com/doc/25418215/Espanoles-Buscando-en [ data de acesso: 6 de Junho de 2010]

 

Artigo escrito por: João Miranda

 

 

 

As leis fundamentais de SEO

Nesta minha primeira contribuição decidi abordar as bases teóricas que fundamentam a teoria do SEO.

A WWW é composta por diversos ecosistemas de pesquisa (Google, Yahoo, Sistemas de busca interna de qualquer website). No conceito fundamental de ecosistema está o processo de produção, indexação e apresentação de determinados conteúdos em detrimento de outros. Um ecosistema de pesquisa opera em três perspectivas:

  • Produtores de conteúdos – Todos nós que escrevemos na web
  • Indexadores – Percorrem as páginas, lêem o texto, atribuem-lhe um valor de ranking
  • Pesquisadores – Interpretam os valores do ranking mediante factores de relevância intrínsecos

Cada perspectiva tem o seu próprio objectivo e as suas prioridades, cujos critérios de participação são determinados arbitrariamente.

1ª Lei do SEO

“Para cada ecosistema de pesquisa existem precisamente 3 conjuntos de critérios arbitrários que determinam o resultado final do processo ”

A independência de cada perspectiva implica a sua optimização própria. Seguem exemplos de como cada uma poderá praticar esta optimização:

  • Produtores de conteúdos: constante actualização de conteúdos
  • Indexadores: manipulando estruturas de ranking
  • Pesquisadores : alterando o algoritmo de análise à relevância

2ª Lei do SEO

“O resultado de qualquer função de pesquisa é determinado pela inseparável união das três perspectivas ”

Devido a isto não se pode ignorar nenhuma das perspectivas, podendo cada ecosistema atribuir-lhes diferentes importâncias mas não a exclusão.

3ª Lei do SEO

Os fundamentos da economia explicam que apenas podemos participar num ecosistema se existir um benefício tangível, um retorno do investimento (ROI).

O estado óptimo de um ecosistema acontece quando todas as 3 perspectivas alcançam os seus objectivos em pleno.

“Os ecosistemas de pesquisa devem tender para um estado óptimo ”

Neste processo apenas é possível de alcançar dois estados:

  • Acordo
  • Conflito

O acordo entre duas ou três perspectivas acontece quando todas as intervenientes alcançam em pleno todos os seus objectivos, bastando que uma não o consiga para se gerar um estado de conflito.

4ª Lei do SEO

“Um ecosistema de pesquisa transita entre diferentes estados para a eliminação de conflitos com base na negociação ”

Cabe a cada perspectiva resolver os seus conflitos, devendo para tal utilizar técnicas de negociação e não de imposição.
Ecosistemas de pesquisa e ecosistemas de pesquisa em tempo real
 

Hoje em dia a noção de pesquisa já não se limita a sistemas de indexação demorados e de sistemas de ranking. Ao olharmos a fundo para aplicações como o Twitter, podemos afirmar que o paradigma de pesquisa está em mudança.

A própria Google e outros ecosistemas estão agora a adaptar-se a estes concorrentes, aplicando filtros de 24 horas. O problema é o volume de páginas que conseguem ser interpretadas, com ranking atribuído e ainda que não estejam no índice suplementar por alguma injustiça algorítmica.

 

Artigo escrito por: José Leite

 

Analítica Digital e Search Engine Optimization qual a relação?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Analítica Digital permite medir e analisar se estamos a melhorar em termos de posicionamento nos motores de pesquisa. Hoje quando falamos em motores de pesquisa falamos no Google com o maior player desta área, assim como o Bing que também não devemos esquecer.

Recentemente a Google restringiu o acesso direto a palavras-chaves de utilizadores que têm o login efetuado no  Gmail , ou outro serviço desta  empresa, dado que estamos a usar uma ligação em segurança,   a solução é procurar no Google Webmaster tools quais as palavras que chegam ao nosso conteúdo e qual o posicionamento.

Usando o Google Analytics  que é de longe a ferramenta mais usada nos tempos de hoje, assim como o motor de pesquisa desta companhia.  Num artigo publicado no nosso blogue (2.) onde  falávamos de pesquisar em segurança, agora é um obstáculo, dado que esta informação não é fornecida a nenhuma ferramenta analítica. Poderemos pensar que é estratégico para esta empresa para impulsionar o investimento no Google Adwords.

O website de uma empresa é considerado como uma plataforma em que os canais digitais trazem  trafego e ganham relevância, como por exemplo Linkedin ou Facebook. Mas o posicionamento das palavras chave vulgo keywords é mais importante na conversão, quer seja , online e/ou offline porque o visitante está ativamente à procura de mais informação sobre um bem ou serviço, para tomar uma decisão informada.

O que é a conversão?

 Todas as ações que queremos que o visitante, fan, cliente, faça . Como exemplo  quando tornamos um visitante em subscritor de newsletter  que traz valor ao nosso ecossistema digital e por sua vez ao negocio.

Em resumo, quando alguém faz a pesquisa e clica no nosso link e conseguimos que  fique persuadido a tomar uma decisão que tenhamos predefinido, a isto chamamos conversão, aqui  a analítica vai-nos permitir medir a eficácia e permitir medir outras experiências de forma a verificar o resultado.

referencias:

  1. http://www.stateofsearch.com/google-holds-back-organic-keyword-data-in-analytics-lobotomising-the-marketer/
  2. http://blog.ittechbuz.com/2010/06/pesquisa-google-ssl-com-seguranca-em.html
  3. google zmot

 Gráficos retirados do Google Analytics e do site de comunicados de imprensa http://press2releaseweb.com

A importância da presença nos motores de busca (SEO e SEA)

Na hora de implementar uma estratégia de web marketing, o nosso posicionamento nos motores de busca é um dos pontos fulcrais a contemplar. Afinal, estudos recentes da Google Portugal demonstram que 92% dos portugueses utilizam os motores de busca para tomar decisões, o que os torna no local online por excelência para estar. Ao pensarmos quais as ferramentas a utilizar para nos posicionarmos nos motores de busca, uma das questões que se coloca é onde devemos aplicar mais esforço e investimento: SEO ou SEA? Antes de nos debruçarmos sobre as vantagens e desvantagens de cada um, há que fazer um pequeno conceito e enquadramento sobre os mesmos: SEO - Significa Search Engine Optimization / Optimização para motores de busca. SEA - Significa Search Engine Advertising / Publicidade nos motores de busca

Para aprofundarmos o conceito, utilizaremos o conhecido exemplo do Google: SEO - quando realizamos uma pesquisa, os resultados orgânicos que dela advém, devem-se a um bom SEO do website, ou seja, a forma como a estrutura interna de cada uma das páginas foi construída. Por exemplo, quando colocamos no Google a palavra “marketing”, o facto deste blog surgir em segundo lugar, deve-se a uma série de boas práticas de SEO - baseadas em factores internos e externos. Boas práticas de SEO Factores Internos - diz respeito à optimização do próprio website, em termos de conteúdo (que deve ser relevante) bem como uma série de afinações realizadas no código-fonte, nomeadamente: título do website, Tags, MetaTags, Keywords, entre outros. Factores Externos - diz respeito à forma como outros websites interagem com o nosso. É o caso da quantidade de links que apontam para o nosso website - podendo, aqui, incluir-se a divulgação em blogs e redes sociais. Uma correcta conjunção destas boas práticas, melhoram consideravelmente a visibilidade dos websites na Internet. É com base nestas boas práticas e utilizando um sistema de pontuação, que o Google classifica as páginas de internet - de 1 a 10 - naquilo que se designa por Page Rank. SEA - quando realizamos uma pesquisa, para além dos resultados orgânicos, existem outros que surgem e que se inserem dentro da categoria de publicidade online e que se designam por links patrocinados - é o caso dos anúncios criados através do Adwords. Criar um anúncio online com o Adwords é fácil, o verdadeiro desafio está em conseguir que esse anúncio corresponda aos objectivos estratégicos e produza os resultados esperados. Para isso, há que saber construi-lo de acordo com a classificação de anúncios instituída pelo Google (sumariamente, este valoriza os anúncios que estejam intimamente relacionados com a pesquisa que foi realizada). Mas, afinal, em que ferramenta deveremos aplicar mais esforço ou investimento? Para auxiliar a essa decisão, há que nomear as principais vantagens e desvantagens de cada uma: SEO

Vantagens Desvantagens
  • Excelente para divulgação a longo prazo
  • Os resultados da pesquisa orgânica despertam mais atenção sendo, pois, mais passíveis de serem clickados
  • Não implicam pagamentos mensais
  • Há muitos utilizadores-comuns adversos a links patrocinados, pelo que resultados derivados da pesquisa orgânica são mais credíveis
  Surgir na posição que se ambiciona pode demorar algum tempo   Não aconselhável para acções das quais se pretenda um retorno imediato, como promoções ou campanhas   Apesar de não existir necessidade de pagamentos directos, implica um investimento de tempo e um know-how específico

SEA

Vantagens Desvantagens
  • É imediato. Excelente para divulgação a curto prazo
  • Um utilizador mais informado sabe que através dos links patrocinados, poderá encontrar exactamente aquilo que procura
  • Total controlo sobre o que aparece no anúncio e possibilidade do texto ser alterado a qualquer momento
  Implica um investimento mensal   Desperta menos atenção por parte dos utilizadores - visualmente, o olhar recai mais sobre os resultados da pesquisa orgânica   Muitos utilizadores-comuns são adversos aos links patrocinados   Certas palavras-chaves já são muito utilizadas, implicando um investimento muito elevado

Deste modo, o esforço e investimento a aplicar em SEO ou SEA numa estratégia de web marketing, depende dos objectivos, timming e público-alvo para o qual se está a comunicar. O ideal é ter esses pontos definidos e, a partir daí, fazer uma conjugação sensata entre as duas ferramentas. Se criarmos uma promoção pontual para o Natal, em que tenhamos de obter resultados em pouco tempo, o maior investimento deverá ser em SEA. Se, por sua vez, quisermos aumentar a notoriedade da empresa/marca, criando conteúdo de relevância no website, a principal escolha será investir em SEO. Olhe para a sua empresa e marca. O que pretende comunicar?

FONTES: E-commarketing Show - palestra de Pedro Tavares Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/
 
 
Artigo escrito por: Paula Braz

A desmistificação do conceito de SEO

SEO significa Search Engine Optimization e refere-se ao trabalho de programação e optimização requerido em qualquer tecnologia web que permite a correcta indexação de conteúdos aos  motores de busca utilizados pelos usuários da Internet. Muitos profissionais ligados ao mundo web continuam a querer vender os seus serviços querendo fazer acreditar ao público em geral e aos seus potenciais clientes que a fórmula de indexação da Google por exemplo, é algo extremamente complexo, capaz de deixar qualquer um confuso em relação a que critérios têm mais peso na hora de elaborarmos um bom plano de marketing digital e qual a preocupação que devemos ter com este "bicho" chamado SEO.

O meu objectivo pessoal ao escrever este artigo é o demonstrar que com ferramentas muito simples se podem conseguir excelentes resultados, com base em 3 variáveis que afectam a forma de indexação de todos os motores de busca e principalmente da Google. Essas 3 variáveis são: conteúdo (texto de qualidade, palavras-chave, domínio, meta-tags, etc), Links (inbound (domínios que direccionam ao nosso), outbound (dominios que são direccionados a partir do nosso, número de links e sua qualidade) e actividade (visitas, RSS, comentários, updates, etc) Se tivermos estas 3 áreas em consideração e utilizando uma série de aplicações gratuítas podemos fazer um grande trabalho. A Google tem vindo a alterar sucessivamente a fórmula, mas actualmente parece unânime que a actividade e a influência do domínio em causa é e será decisivo na forma como o motor funciona e funcionará no futuro mais próximo. As aplicações Analytics, Adwords e Adsense criadas pela Google mostram-nos através de repetidas experiências que o posicionamento orgânico ou natural ganha maior preponderância quando comparado com outras formas de entrada de visitantes a determinada página web. O PPC (Pay Per Click) ou publicidade paga em motores de busca está a perder cada vez mais adeptos, uma vez que parece claro que a maioria dos clicks se verificam nos domínios que indexam nos resultados naturais 89,47%. No que se refere ao retorno da publicidade online estamos já a verificar maior retorno ao nível das redes sociais utilizando sistemas e mecanismos de funcionamento mais atractivos para quem deseja publicitar (possibilita a criação de filtros e definição de targets muito mais específicos). Por outro lado parece-me importante referir que o conceito SEO se pode aplicar a qualquer Web que tenha um motor de busca interno. Ao dia de hoje, quase todas as tecnologias WEB (suportes de conteúdo) possuem um motor de busca interno, para que o usuário possa procurar dentro de determinada página a informação que deseja. Um exemplo por todos conhecidos é o Facebook ou qualquer rede social. As buscas nas redes sociais têm sofrido um aumento significativo nos últimos anos. A forma como o Facebook indexa os nossos perfis, os grupos, as páginas de empresa também depende da optimização desses perfis ou páginas criadas. Mas como posso eu entender um pouco mais destes conceitos sem ter nenhuma formação tecnológica? Siga os melhores e torne-se um deles: SEO - Mike Volp, Rein Deiss The Golden Trio Linkedin - Rui Pedro Caramez, Mike O'Neil, Nathan Kievman Facebbok - Dan Zarella, SalesForce Twitter - Sean Malarky, Biz Stone, Guy Kawasaki

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