AUTENTICAR

Profissional de Marketing e Vendas

A MM+A é uma empresa especializada em branding. Nasce no ano 2000 com a ambição de se dedicar exclusivamente à criação e gestão de marcas, uma proposta de valor pioneira e original, no contexto nacional de então. Formada por uma equipa multidisciplinar, partilha conhecimentos e experiências interagindo com o mercado de forma dinâmica e emocional.

A MM+A está a reforçar a sua equipa de Marketing & Vendas, recrutando um profissional para exercer as seguintes funções:
• Definição da estratégia e implementação das acções de Marketing & Vendas da empresa,
• Definição da estratégia e implementação das acções de Marketing & Vendas de clientes
• Responsável pela gestão e acompanhamento de clientes
• Acompanhamento da Marca em eventos

Competências valorizadas:
• Formação superior em Marketing ou Gestão de empresas
• Experiência prévia em funções similares (mínimo 3 anos)
• Forte capacidade de comunicação;
• Espírito de liderança;
• Elevada capacidade de organização e metodologia;
• Personalidade proactiva e com espírito de iniciativa;
• Facilidade de relacionamento interpessoal;
• Inglês fluente;
• Bons conhecimentos na área do Marketing Digital

Empresa: MM+A Branding
Local: Porto
Tipo: Full-time;

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Quais as diferenças entre Marketing B2B e B2C?

 

Durante muito tempo o Marketing dirigido ao Consumidor final foi quem prevaleceu, não apenas na literatura de negócios como na própria aprendizagem do marketing nas universidades.

À medida que o poder da Internet se foi implementando no Mundo e com o consequente aparecimento das Redes Sociais, começou a ser necessário prestar-se mais atenção ao Marketing em geral, como forma de comunicar corretamente a marca. Foi então que se chegou à conclusão que comunicar para o consumidor final e comunicar para outra empresa não é bem a mesma coisa! Aparece então o Marketing B2B (anteriormente apelidado de Marketing Industrial) que vem colmatar esta lacuna!

Porquê B2B? Porque este Marketing não se destina apenas à Industria mas a todas as Empresas e Instituições que necessitem de comunicar e mostrar Valor entre si!

Mas será assim tão diferente o Marketing dirigido ao consumidor final (B2C) em relação ao Marketing entre Empresas e Instituições (B2B)?

A resposta é…sim! É diferente! O B2C é muito de Mostrar (captar a atenção dos clientes) enquanto no B2B é mais sobre Explicar (porque é que o produto é melhor que a concorrência). Por isso é fundamental estabelecer Credibilidade no mercado-alvo!

Mas a principal diferença é económica! Como o cliente B2B é uma Empresa e o B2C é um Indivíduo a compra unitária é maior na primeira que no mercado de consumo. Por isso as decisões demoram mais tempo pois o risco é mais elevado, não apenas devido aos elevados valores em causa mas também pelo impacto que essa compra poderá ter na empresa! Assim a decisão deve ser partilhada por vários elementos da empresa e não apenas por uma pessoa!

Mas estas serão, porventura as consequências das principais diferenças entre o Marketing B2B e o Marketing B2C!

E quais são essas diferenças?

A seguir passo a explicar as 12 principais diferenças entre o Marketing (Mkt) B2B e B2C divididas em 3 áreas:

A)     INTERNO À EMPRESA

1)      Interdependência entre os departamentos da empresa;

No mercado B2B um gestor de Mkt ou de produto tem que agir quase como um Mini Director Geral. É fundamental a cooperação entre outros departamentos da empresa como a Engenharia, IT, Produção. E quando se tratam de produtos industriais há também que ter em conta os prazos de entrega na maior parte das vezes mais longos que nos mercados B2B!

2)      Diferenças nas responsabilidades da gestão de produto;

Nos produtos de consumo é normal os gestores de Mkt/Produto virem das áreas da Publicidade, ou departamentos de Publicidade/Comunicação das empresas. No B2B o backgroung destes gestores é mais técnico! Isto porque a publicidade não tem tanta importância no B2B do que com os consumidores finais. Por isso muitas vezes se requer a presença dos gestores de produto junto dos clientes pois a sua opinião é importante! Eles são muitas vezes aliados das Vendas e acompanham-nos nas visitas comerciais! São estes contactos que lhes proporcionam feedback fundamental para as suas decisões sobre preço, packaging e outras decisões que serão apreciadas pelos gestores máximos das empresas.

3)      Estratégia de Marketing é a Estratégia da Empresa;

No B2B a estratégia de Mkt é muitas vezes confundida com a estratégia corporativa da empresa. Isto porque, como se viu anteriormente muitas das áreas funcionais da empresa estão envolvidas na estratégia de Mkt. Como se tratam de grandes volumes de negócio unitários, quaisquer novas oportunidades de negócio têm que envolver todas as áreas funcionais da empresa e toda a empresa estará direcionada para este objectivo de Marketing que passa a ser o objectivo da empresa.

B)      CLIENTE/MARKETING

4)      Decisões mais racionais;

Enquanto no B2C joga-se com a Emoção, no B2B a palavra de ordem é a Razão! Uma coisa é fazer uma compra de uma T-shirt (em que o fator cor, por exemplo, pode ter uma importância emocional) e outra coisa é comprar um novo software, de milhares de Euros, cujo funcionamento afetará várias centenas de pessoas na empresa! Essa decisão requer o parecer de muita gente e demorará mais tempo. Por isso será mais racional/analítica!

5)      Base de clientes mais estreitas;

No mercado de consumo estamos a falar de milhões de clientes individuais. No mercado das empresas esse número é muito mais limitado. Aqui a famosa Lei de Pareto aplica-se na perfeição. Poucos clientes podem representar um valor considerável de volume de negócios! A consequência deste fator é que os Compradores têm mais peso que os Vendedores!

6)      Mais influências de Compras e Localizações;

Enquanto nos produtos de consumo as famílias e vários grupos de referência assumem um papel chave na tomada de decisão, nas empresas as decisões tomam-se de uma maneira diferente: existe um Centro de Compras ou uma Unidade de Tomada de Decisão que é a chave para as decisões sobre o que comprar e a quem! Estes centros ou Unidades são normalmente formados por várias pessoas de diversas funções e as decisões que tomam (ou ajudam a tomar) são baseadas nas suas funções específicas!

Além disso há que ter em conta que estas pessoas poderão estar fisicamente em locais diferentes (mesmo em países diferentes) e tomarem decisões sem se encontrarem uns com os outros. Comunicam eletronicamente entre si usando as novas tecnologias ao dispor atualmente!

7)      Segmentação diferente;

Nos produtos de consumo os métodos demográficos e psicográficos são os que mais se usam para se fazer uma segmentação do negócio. Nos produtos industriais (B2B) utilizam-se outros fatores tais como os Códigos de Atividade do sector, Aplicações do produto, Sensibilidade ao preço, Localização, Importância do produto para o cliente, Tamanho do cliente, etc.

8)      Mais mercados e canais;

É comum verem-se os produtos de consumo a serem vendidos nas grandes cadeias de distribuição ou noutras de menor dimensão. As vendas destes produtos resumem-se a um ou dois níveis de distribuição. No mercado empresarial são utilizados muitos mais canais! Os produtos podem ser vendidos através da venda direta ou através de muitos outros canais ao mesmo tempo. Como se depreende o esforço das vendas através de diferentes canais de distribuição com diferentes tipos de clientes requer também um planeamento de Marketing Estratégico diferenciado!

9)      Contacto pessoal com o cliente é mais importante;

É a Força de Vendas que leva a maior fatia no Orçamento de Marketing da empresa (naquelas em que as Vendas estão incluídas no Marketing). Isto porque o contacto pessoal é de elevadíssima importância para o Gestor de Marketing B2B.

Enquanto nos produtos de consumo a aposta nos recursos vai para a informação (publicidade) nos negócios B2B aposta-se no Relacionamento e na transmissão de Conhecimento! É normal vermos forças de vendas compostas por elementos com formação técnica acima da média (Engenheiros, Técnicos Informáticos, Profissionais de Saúde, Arquitetos, etc.) para se poderem comunicar com maior eficácia com algum tipo de clientes mais sofisticados.

C)      INCONTROLÁVEIS/AMBIENTE

10)   Tecnologia;

Muitos produtos e serviços B2B lidam fortemente com a Tecnologia! Quer sejam produtos Industriais quer sejam outros tipos de produtos ou serviços é a Tecnologia que vai servir de base à Inovação para servir clientes de outras empresas! Uma inovação tecnológica que permita a diminuição considerável de desperdício numa fábrica permitirá ganhos de produtividade aos seus clientes… e a si própria que irá aumentar consideravelmente as suas vendas! E este é apenas um exemplo!

Também no aumento do rácio de vendas é importante o uso de Tecnologia! Através das novas tecnologias os profissionais de vendas B2B fazem apresentações e interagem com os seus clientes onde quer que estejam usando os seus Tablets e Laptops que lhes permitem aceder a informação colocada na “Cloud” e fornecer em tempo real a resposta chave ao potencial cliente!

11)   Procura derivada;

Este é um dos principais aspetos das Vendas B2B! Se da parte do consumidor final não houver procura as empresas também não compram! Quando os consumidores não compram automóveis, todos os sectores a eles ligados (seguros, companhias de crédito, etc.) virão a sofrer com isso! O comprador empresarial não compra por impulso! Apenas compra o que necessita para, ela própria produzir os seus produtos ou serviços! Também por isso o Ciclo de Compras é maior! Por isso também já se fala em B2B2C!

12)   Menos informação sobre o consumidor final;

O Marketing dos mercados de Consumo tem já inúmeras fontes de apoio sobre informações sobre o consumidor! Empresas como a Nielsen e similares fornecem diariamente à grande Distribuição e ao mercado FMCG (Fast Moving Consumer Goods) dados que permitem ao gestor de Marketing ter informação relevante sobre o consumidor que o ajudará nas suas funções!

Além disso, quaisquer ações de Marketing ou Estudos de Mercado poderão também fornecer dados que permitam extrapolar conclusões sobre o mercado de consumo!

Tal informação não existe no mercado B2B ou é muito difícil de se obter! Por isso o trabalho do gestor de Mkt ser mais difícil nesta área.

Várias conclusões podem ser tiradas nestas 12 diferenças.

No essencial é que no Mkt B2B o “Wow factor” não tem tanta importância. O que interessa é criar Valor para o cliente empresarial.

Outro especto a ter em conta é o investimento no Relacionamento neste mercado! Este relacionamento pode ser começado nas Redes Sociais (O LinkedIn tem um importante papel a desempenhar no mercado B2B) mas terá que ser confirmada no contacto pessoal!

Também nas Vendas o impacto é relevante! Vender a Empresas nos dias de hoje não tem nada a ver com o que se passava há poucos anos! Como se viu nas diferenças enunciadas o comprador B2B tem, neste momento muito mais poder que o vendedor. É fundamental que as Vendas se adaptem a este novo paradigma das Vendas (e Marketing) B2B!

Desejo-lhe,

BONS NEGÓCIOS!

 

Bibliografia: Business-to-Business Marketing Management, de Alan Zimmerman, Market Smart, de Lisa Shepperd.

Atividades desportivas promotoras das Regiões

 O desporto é uma atividade contagiante, capaz de mover e unir massas em torno de uma modalidade, de uma equipa, de um evento e de diversos valores. União, destreza, paixão, esforço, espírito de sacrifício, capacidade de superação, são alguns dos valores que lhe são conferidos.

Mas o desporto pode revelar-se muito mais do que todos estes atributos. Portugal é um país com uma cultura bastante enraizada no desporto. Ao longo dos últimos anos verificamos grandes eventos desportivos a elevarem o nome do nosso país para patamares de mediatismo e de notoriedade reconhecidos, o que sem dúvida foi preponderante no fortalecimento da marca Portugal para o exterior em setores relevantes como é o caso do turismo. É inegável que o turismo é detentor de uma preponderância inquestionável, colocando em funcionamento diversos motores da economia, a nível nacional, regional e local. Neste contexto, a realização de eventos assume uma função importante no sentido de desenvolver e movimentar as economias das regiões onde os mesmos ocorrem, e na medida em que os eventos são desenvolvidos e concebidos em aliança com celebrações tradicionais e atributos, oferta e características das regiões, os mesmos são capazes de efetuar uma promoção local e regional consistente para o exterior.

Caso de Estudo: Uma Maratona que atrai milhares ao Douro

Em pleno coração da região turística do Alto Douro Vinhateiro ocorre a Meia Maratona do Douro Vinhateiro, uma prova que caminha já para a sua 9ª edição,  sendo caracterizada por um circuito de 21 km, englobando ainda o mesmo circuito de 21 km para uma prova em cadeira de rodas e um circuito de 6 km para a realização de uma mini maratona. Este evento tem o seu principal objetivo centrado na dinamização e na promoção do Alto Douro Vinhateiro, região do famoso Vinho do Porto, destino de uma paisagem cultural rica, considerado Património Mundial pela Unesco, considerado em 2013 o melhor destino fluvial da Europa pelo Huffington Post, e considerado pelo Fodor's Travel (maior grupo de publicações de turismo do mundo) como um dos 25 destinos obrigatórios de 2014.     

Correr é uma prática desportiva com inúmeros amantes, sejam eles profissionais, amadores, seja com objetivos competitivos ou apenas com o intuito de manter a forma física ou atenuar a carga de um estilo de vida mais ativo e preenchido. Mas correr significa ainda lazer, estar com a família, socializar com os amigos ou colegas de trabalho. E se o objetivo de um destino turístico se centra na atração de turistas e que estes repitam a visita a esse mesmo destino, a Meia Maratona do Douro Vinhateiro é hoje responsável pela ida de milhares de turistas ao Douro pela primeira vez, e pela repetição dessa mesma visita.

Na última edição foram mais de 10.000 aqueles que participaram neste evento, oriundos de vinte países do Mundo. E sendo que umas das grandes bases do marketing é a diferenciação, a Meia Maratona do Douro Vinhateiro confere um motivo de visita ao Alto Douro Vinhateiro personalizado. A prática desportiva num evento desportivo que ocorre num destino turístico que confere aos seus participantes e visitantes um percurso ímpar, contemplado pela beleza de uma paisagem como é a do Alto Douro Vinhateiro, com certeza constitui uma motivação forte de visita à região, assim como um motivo para os mesmos recomendarem a visita a este destino pela sua rede de contactos.

Batizada como A Mais Bela Corrida do Mundo, a Meia Maratona do Douro Vinhateiro é hoje não só uma das maiores montras da região turística do Douro, assim como um evento promotor de uma região em prol de uma atividade desportiva.

 

 

Trabalho sobre o naming dos estádios

No dia 26 de Dezembro foi publicado no DN um trabalho sobre o naming dos estádios, a propósito das negociações do Real Madrid para o Santiago Bernabéu, com o qual tive o prazer de colaborar.

Algumas notas que suportaram este trabalho:

1- O Real Madrid é um excelente exemplo de uma Marca desportiva que vai muito para além do desporto. Desde cedo que se assume como uma “potência” empresarial capaz de pagar jogadores apenas com a venda de direitos de imagem ou merchandising.

2- É normal que os clubes procurem novas soluções para dar visibilidade aos seus patrocinadores. Há estudos que levantam sérias dúvidas sobre a eficácia dos patrocínios no mundo desportivo e, numa altura em que o consumidor é “bombardeado” por milhares de  Marcas por minuto, é normal que se procurem alternativas

3- Ter o naming de um estádio conhecido, é seguramente uma das formas mais agressivas e eficazes para promover o relacionamento entre uma Marca e os adeptos de um clube contudo, criar mecanismos para medir o ROI é fundamental em todo o processo

4- O “nome” de um estádio, geralmente, tem uma componente emocional muito forte junto dos adeptos como tal, qualquer alteração ao mesmo deve ser muito bem ponderada e os benefícios têm que ser evidentes

5- O sucesso ou insucesso de uma aposta destas pode depender de vários factores. Desde a  estratégia que o patrocinador vai adoptar, da forma como o clube vai envolver os seus adeptos e dos resultados que vão surgir fruto dessa decisão (para além dos financeiros)

6- Este assunto nunca será consensual

7- As Marcas que investem em patrocínios devem estar conscientes para o impacto negativo que podem causar junto dos “não adeptos” de um clube como tal, devem accionar outros mecanismos para chegarem a esse “target”.

9-  O fanatismo tem destas coisas e é transversal a todas as decisões de “endorsement” por exemplo, como será percepcionada uma Marca que apoia o Cristiano Ronaldo e não apoia o Messi? Que dirão os fãs do Messi?

10- Marcas desejadas a cooperar tornam-se mais fortes e diferenciadoras

 

A importância do Marketing Digital em Hotelaria

 

O nosso tempo está a ser marcado por uma era digital que tem dado passos largos na criação de novas tendências, novas procuras e novas necessidades,  consequentemente, procurando novas respostas. Estas consideráveis mudanças e alterações de comportamento implicam que, por parte das empresas, deva existir uma nova adaptação a estes também novos conceitos.

Hoje, as novas tecnologias tornam a esfera digital como um meio privilegiado para comunicar, não apenas pela sua dinâmica inovadora, mas, acima de tudo, pelo seu carácter globalizante. Neste sentido, a internet e os seus canais digitais permitem um novo mundo de possibilidades na construção do modo como nos ligamos, comunicamos e nos relacionamos.

Numa época de demanda informacional é importante estar preparado para satisfazer as necessidades e as solicitações do mercado, assim como saber qualificar os serviços para caracterizar uma verdadeira diferenciação, criando, deste modo, oportunidades, mais-valias e novas propostas de valor perante uma concorrência que é cada vez mais forte e feroz. Num mercado hoteleiro cada vez mais saturado, em quantidade, nas mais diversas áreas, é imperioso acentuar a qualidade e eficiência.

É nesta base que o marketing pode marcar a diferença, pois poderá trazer inúmeros benefícios, tanto ao nível da gestão de serviços, como da rentabilização do negócio, servindo ainda como impulsionador nas vendas.

Mas porquê tanta importância em investir em marketing hoteleiro? E de que forma é que o marketing digital poderá verdadeiramente ser um factor determinante na estratégia empresarial? A resposta é simples. Quando falamos em marketing para hotéis, falamos não só na necessidade em aumentar o interesse na compra dos serviços, mas, também, na criação de um sentimento de segurança do seu potencial cliente nesse mesmo processo de compra. A verdade é que enquanto ele não usufruir da estadia no seu hotel, não sabe, na realidade, o que está a comprar. É baseado nesta ideia que uma estratégia de Web marketing bem preparada trará determinantes vantagens ao seu hotel, pois a sua operacionalidade, quando bem delineada, terá uma importante influência no processo de decisão do cliente.

 Vejamos então alguns exemplos, e de que forma estes canais digitais poderão ajudar a melhorar o seu negócio:

 Presença forte na internet

  • Ter uma presença forte na internet é cada vez mais importante uma vez que possibilita um maior alcance de mercado, isto é, chegar “mais longe” e a mais pessoas.

 Optimização para motores de busca (SEO – Search Engine Optimization)

  • Optimiza o seu posicionamento nos principais motores de busca (Google, Yahoo, Bing, etc.), aumentando a visibilidade e o tráfego ao seu website e, por conseguinte, ao seu hotel.

 Website 

  • O website é a primeira porta de entrada do seu hotel para o mundo, e, por isso, a página web deve ser capaz de captar e transmitir ao cliente uma sensação positiva do momento da sua chegada ao hotel. Com um website de design atrativo, bem estruturado, intuitivo e de fácil navegabilidade, o cliente conseguirá visualizar online todos os momentos únicos que o seu hotel lhe poderá proporcionar.

 Redes Sociais

  • Estar fortemente presente nas redes sociais, através da interatividade por excelência que permitem, para além da forte componente de partilha de conteúdos, potencia a criação de uma relação de proximidade com os seus seguidores, que se reflecte em laços mais fortes e duradouros, promovendo a fidelização de clientes.

E-mail Marketing

  • As campanhas de e-mail marketing tornam-se numa ferramenta muito útil e importante para personalizar produtos e serviços para os seus clientes, assinalando datas importantes e aproximando-se das suas necessidades e preferências, construindo, assim, uma relação mais forte e de maior longevidade.

 Ferramentas de e-commerce

  • A web é um meio fantástico para implementar estratégias comerciais, como o lançamento de campanhas ou novas promoções, tornando a comunicação substancialmente mais abrangente, mais barata, mais rápida e mais eficaz.

Propõe-lhe ainda ferramentas como o Channel Manager e o Booking Engine.

O Channel Manager permite-lhe receber reservas automaticamente no seu sistema de reservas e fazer, simultaneamente, toda a distribuição das suas disponibilidades por todos os canais de reservas mais importantes, tais como a «booking.com», «expedia.com», «hoteis.com», etc.

Por seu lado, o Booking Engine proporciona-lhe o aumento do número de reservas directas através do seu próprio website e facebook, reduzindo assim as comissões que paga a esses mesmos canais de distribuição.

 Análise e Estatística de Resultados

  • Possibilita-lhe um maior e melhor controlo na análise da sua presença na internet, oferecendo-lhe mecanismos que permitem efectuar estatísticas e relatórios demonstrativos e de medição da sua eficiência online, para que possa acompanhar a evolução do seu hotel e tomar decisões orientadas para o futuro.

 Gestão da Reputação Online

  • Permite-lhe a visualização e controlo de comentários, opiniões e sugestões apresentadas pelos utilizadores, que, com melhorias em conformidade, poderão alcançar um melhor nível de satisfação dos seus hóspedes e, consequentemente, aumentar a sua notoriedade e melhorar a sua imagem e reputação.

 Na perspectiva de um proprietário, gestor ou representante de um estabelecimento hoteleiro, este último ponto é muito importante, uma vez que é transversal a toda a comunicação que diz respeito ao seu hotel, tendo a mais-valia de poder ser, de certa forma, gerido pelo próprio, de uma forma simples e independente, sem recurso a terceiros. Para isso, claro, é essencial e absolutamente necessário que dedique algum do seu tempo na sua gestão e na consequente implementação das respectivas melhorias.

Esta nova era trouxe-nos, sobretudo, novas formas de receber, pesquisar, partilhar e divulgar informação, assim como novos mecanismos que potenciam a interacção entre os mais variados grupos, em especial através das redes sociais.

Nos dias de hoje, tudo o que acontece é partilhado na internet, independentemente de o seu conteúdo ser positivo ou negativo, e, assim, da mesma forma, torna-se provável que alguns comentários ou críticas sobre o seu hotel também o sejam, por isso é muito importante compreender a urgência no cuidado com a reputação do seu negócio, especialmente no meio hoteleiro, em que a concorrência é cada vez maior e mais forte. Deste modo, deve existir uma avaliação e gestão de todas as plataformas que permitam a monitorização e o controlo da informação veiculada sobre a sua empresa, sendo que as redes sociais desempenham um papel fundamental na gestão dessa reputação.

Mas o que é na realidade a reputação online? Em que é que consiste, em que se traduz e de que forma, realmente, ela é importante na minha estratégia de marketing?

A reputação online é tudo o que é feito, dito ou escrito por si ou sobre si, neste caso, sobre o seu hotel, na internet. Como tal, a sua reputação estará dependente e será influenciada por todos os comentários, críticas ou avaliações que sejam feitas online por qualquer utilizador.

Mas não se iluda, se tal lhe parece estar fora do seu controlo ou que de nenhuma forma depende de si. Conforme indiquei anteriormente, a gestão dessa reputação online pode, e deve, ser cuidada.

A gestão da reputação é algo que é essencial e deve ser imprescindível a qualquer empresa, organização ou estabelecimento comercial. Todavia, numa área como a do turismo, nomeadamente no sector hoteleiro, esta gestão torna-se ainda mais importante, uma vez que é um sector particularmente sujeito a comentários e críticas dos visitantes e utilizadores, e, assim, é uma área em que a sua rentabilidade está directamente relacionada com esses mesmos comentários ou opiniões.

Deste modo, é essencial que a estratégia de marketing do seu hotel seja consideravelmente direccionada para o meio digital, uma vez que o universo online “rouba”, cada vez mais, o espaço influenciador e de decisão do cliente aos restantes meios de marketing e promoção mais convencionais.

Mas estes são apenas alguns exemplos em que o marketing digital e o e-commerce lhe poderão ser úteis para a promoção e valorização do seu hotel, assim como para a melhoria dos seus processos de venda. No web marketing encontrará um elemento chave para que o seu hotel se destaque de todos os outros. Encontrará um apoio essencial para melhorar a construção da sua imagem, reputação e notoriedade, maximizando o seu negócio e tornando-o mais rentável.

Estar ou não estar no Facebook

Esta é ainda uma questão que muitas empresas colocam quando ponderam se devem estar nas redes sociais. Parece uma pergunta simples e cuja resposta deveria também ser simples: ou estão ou não estão. E se é para estar, então que seja a sério. Porque se os seus clientes estão lá, então a marca tem necessariamente de estar e bem representada.

É precisamente neste ponto que muitas empresas falham ao pensarem que por esta plataforma de comunicação ser de registo gratuito, não obriga a nenhum tipo de investimento. E, assim neste momento temos empresas com páginas no Facebook que simplesmente não comunicam! Já se imaginou a entrar numa loja e o funcionário não o cumprimentar?! Não ficava com boa impressão, pois não?

O digital não é portanto assim tão diferente do tradicional. As pessoas continuam a exigir uma boa aparência, respostas rápidas, conteúdo relevante, e envolvimento emocional com a marca. Acha que o site da empresa é suficiente? É importante sem dúvida, mas salvo raras exceções é feita uma comunicação unidirecional (empresa-cliente), e dessa forma o cliente não é ouvido, e acredite ele tem quase sempre opiniões, sugestões, criticas… Tudo o que o cliente diz ou pensa é importante para a marca e é nesse sentido que o Facebook surge, como uma ferramenta que permite essa bi-direcionalidade comunicativa.

Se ainda tem dúvidas sobre o Facebook, mas acredita no valor da sua marca pense que ela é falada por lá, bem ou mal, e você não sabe porque não está. Mas se estivesse e falassem bem, poderia aproveitar isso em seu benefício; e se falarem mal nada mais é do que uma oportunidade para melhorar. A grande vantagem  desta era das redes sociais é precisamente a possibilidade de haver uma comunicação bidirecional da empresa para o cliente e do cliente para empresa. 

 

O marketing no Facebook é assim tão importante porquê? A plataforma de publicidade desta rede social é a ferramenta de marketing mais poderosa da atualidade, atendendo ao nº de pessoas que pode alcançar (4,5 milhões de pessoas em Portugal) e à especificidade com que o pode fazer. Publicitar no Facebook pode gerar um alcance por vezes superior à TV e à rádio, possibilitando ainda uma segmentação do público-alvo superior e a preço mais baixo do que o AdWords do Google.

Todas estas potencialidades do Facebook podem ser alcançadas e usadas em benefício da sua empresa/marca, tanto numa fase inicial do negocio, como quando o objetivo é aumentar a carteira de clientes e/ou consolidar a ligação do cliente à marca. Estes benefícios só serão contudo conseguidos se despender tempo e recursos no planeamento estratégico de marketing e comunicação que irá implementar para ter uma presença no Facebook eficiente e eficaz.

O problema é que provar que o investimento no Facebook dá lucros nem sempre é fácil, mas ainda assim é importante que ninguém tenha dúvidas do seu real potencial.

Posto tudo isto, já se perguntou: O que tem andado a fazer nas redes sociais??

Internacionalização: Porquê? Como?

 

Nos dias correntes, assiste-se a um paradigma económico mundial muito diferente daquilo que era há umas décadas atrás. Com a abertura dos mercados internacionais, com a redução das barreiras à entrada em grande parte do globo, com a deslocação de “cérebros” para outros países, com os incentivos governamentais à exportação e com o permanente foco na captação de investimento estrangeiro, torna difícil a sobrevivência das empresas em qualquer parte do mundo, mas principalmente aquelas com reduzida visão estratégica.
Apesar de existir trocas comerciais ao nível internacional desde há vários séculos (o século XVIII e XIX foram, aliás, períodos de forte crescimento do comércio internacional), esta abertura deve-se em grande parte ao GATT (General Agreement on Tariffs and Trade), através de uma maior facilidade de acesso a mercados externos.
A abertura da economia mundial aproximou as relações internacionais entre países e organizações, proporcionando assim a possibilidade das empresas operarem em novos mercados, entrarem em novos segmentos e alargarem a sua oferta de produtos e serviços nesses mesmos mercados. Se por um lado este processo de atuação além-fronteiras é uma oportunidade para as empresas atingirem novos clientes e aumentar a sua sustentabilidade, por outro lado consiste numa forte ameaça para as empresas que operam ao nível doméstico.
Neste sentido, a internacionalização é uma opção estratégica a considerar não só pelas grandes empresas mas também pelas PME, uma vez que poderá estar em causa a sua evolução e sobrevivência. Torna-se necessário encontrar mecanismos e alternativas de atingir novos mercados e novas formas de competir, caso contrário, os opositores farão esse trabalho por nós.
A concorrência não mora num só local. Viaja por todo o mundo e deixa um pouco de si por todos os locais por onde passa. Ora, é altura de ser também “concorrência”. Se o mercado interno não é suficientemente sustentável, então teremos de encontrar novos mercados e sermos uma concorrência que também viaja. Esta estratégia não só visa a continuidade da própria empresa como também discute posições concorrenciais noutros mercados, pondo em causa o market share dos players já estabelecidos.
Contudo, para implementar uma estratégia de abordagem e operações em novos mercados, temos de ter em atenção a todos os itens que poderão influenciar a selecção do mercado (s), a entrada nesse mercado (s), e a comercialização dos produtos e/ou serviços nesse mesmo mercado (s).
Quando uma empresa tenciona entrar em mercados internacionais deve fazer uma análise de atratividade-competitividade para determinar qual o potencial desse mercado e qual a sua posição competitiva. Para além disso, pressupõe uma análise exímia dos diversos pilares correspondentes às 3 ou 4 fases que normalmente compõem esta seleção – identificação do país, triagem preliminar, triagem profunda, e selecção final.
Adicionalmente, é necessário analisar qual a teoria ou modelo a adotar (económico ou comportamental), quais os constrangimentos/debilidades da empresa, quais as motivações, quais as barreiras à entrada existentes e previstas, e qual o modo de entrada que melhor se ajusta à estratégia da empresa e às condições de mercado.
No que respeita à comercialização dos produtos/seviços internacionais é importante também determinar qual ou quais os Incoterms (International Commercial Terms) a utilizar para cada caso de comércio internacional e dar especial atenção ao papel do marketing no apoio aos negócios internacionais.
O Marketing assume uma função primordial, não só no apoio à viabilidade económica do processo, mas fundamentalmente na compreensão 360º da operacionalidade do mercado (clientes, fornecedores, parceiros, tendências, desejos, adaptações culturais, literacia, marketing-mix, etc.) que fará com que a empresa tome uma decisão equilibrada na entrada em determinado mercado e mantenha uma estratégia de sustentabilidade do negócio.
Ora, e se entrarmos num mercado e passado algum tempo deixar de ser atrativo? É importante ter um plano de contingência – a desinternacionalização. Uma empresa pode realizar este processo diminuindo a sua interação com o mercado através da retirada de um ou mais produtos, da diminuição do seu investimento no mercado, ou mesmo cessando a sua atividade internacional. Contudo, deve ter-se em consideração os eventuais contratos governamentais, o valor do produto na representação económica e social do país, o comprometimento com os parceiros, e todas as implicações que poderão advertir daí.
Seja através das necessidades das empresas ou das oportunidades dos mercados, é importante reformular estratégias competitivas para manter o equilíbrio no mercado doméstico e simultaneamente repensar a competição internacional de forma a melhorar a performance e consolidar a sustentabilidade empresarial.

4 dicas para ter melhores resultados na partilha de imagens no seu Facebook

É sabido que as imagens têm um enorme poder na comunicação digital. No Facebook então o seu poder é exponencialmente maior que qualquer outro tipo de publicação. São diversos os estudos que o comprovam. E no meio de tanta informação contraditória sobre o Facebook, o poder das imagens é talvez o único ponto em que todos os estudos são unânimes.

Mas então porque será que nem todos conseguimos tirar o máximo partido do poder das imagens?

Deixo aqui 4 dicas que o ajudarão a utilizar melhor as imagens na comunicação digital.

1 - Use os tamanhos de imagem  fornecidos pelo Facebook

O Facebook disponibiliza todas as dimensões para que possamos optimizar as imagens que divulgamos. Se não o fizermos os algoritmos do Facebook tratam de as optimizar por nós. Claro que os resultados que vamos obter com uma imagem optimizada pelo Facebook são piores que os resultados obtidos com uma imagem optimizada por nós. A optimização do Facebook é feita por um algoritmo, que embora seja tecnicamente excelente, não chega sequer ao perto da nossa capacidade de processamento.

Assim sendo não seja preguiçoso e optimize as suas imagens para os tamanhos  843x403 se quiser dar destaque à imagem ou 403x403 se não pretender dar destaque à imagem.

2 - Sabe a importância que a sua  foto de perfil tem no sucesso da sua comunicação?

A pequena foto de perfil é muitas vezes ignorada mas tem uma importância capital no sucesso da nossa comunicação. É sabido que os utilizadores passam maior parte do tempo no feed de notícias. E que maior parte da interacção gerada na comunicação digital também ocorre nesse mesmo feed.

                Agora deixo uma questão: "Já foi ao feed de notícias ver como aparece a sua imagem?"

Se nunca fez esse exercício, faça-o agora e vá verificar se a sua imagem de perfil se destaca das demais. É que no feed de notícias a "concorrência" por maior destaque é muito feroz. E só as imagens bem estudadas ganham o merecido destaque.Se a página de Facebook que gere é de uma empresa certifique-se que esta tem uma versão do logótipo optimizada para o Facebook. Aliás, esta é uma característica que qualquer logótipo criado nos dias de hoje deve ter em conta.O logótipo utilizado nas redes sociais deve ser de extrema simplicidade. De forma a que tenha uma correcta leitura em tamanhos tão pequenos como são os que aparecem no feed de notícias. O uso de uma mancha de cor sólida é uma boa prática. Já a opção de utilizar uma imagem na foto de perfil tem, na maioria das vezes, maus resultados.

3 - Tenha em atenção às cores que usa

Claro que se tem um logótipo verde ou azul, não deve mudar as cores por causa da comunicação no Facebook. Melhor dizendo. Se a comunicação da sua empresa não tem como principal ponto de contacto com o cliente o Facebook, não eve mudar a cor do seu logótipo, mas se o Facebook for um importante ponto de contacto com os seus clientes e tiver o tal logótipo azul ou verde, é capaz de não ser pior começar a pensar em fazer um rebranding e mudar a cor do seu logótipo.

E porque deve ter essa atenção. Analisando cromáticamente o Facebook rapidamente nos apercebemos que a cor azul predomina na plataforma. Assim as cores que se destacam nesse meio cromático com predominância de azul, são os amarelos e laranjas. Cores opostas ao azul na roda das cores. As chamadas corres complementares.

Mesmo a nível de imagens partilhadas, as imagens com maior predominância de amarelo e laranja obtêm melhores resultados. Pode fazer o seguinte teste. Crie 2 versões da mesma imagem e no photoshop. Uma com tons amarelados e laranjas e outra com tons azulados e verdes. Faça a publicação das 2 com cerca de 1 mês de espaçamento temporal. As mensagens devem ser feitas precisamente à mesma hora e com o mesmo conteúdo de texto. Verifique os resultados.

4 - A simplicidade atrai

O feed do Facebook é inundado de mensagem a todos os minutos. Perante a confusão geral que é essa "catadupa" de informação, os conteúdos gráficos mais simples ganham claro destaque.

Se tiver que publicar uma imagem para passar a sua mensagem, opte por uma que seja de simples leitura e que prenda de imediato a atenção dos seus leitores. A menos que pretenda fazer um passatempo do tipo "onde está o wally". Ai sim os seus leitores estarão com disposição de ficar uns segundos a olhar para a sua imagem.

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